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23 de Setembro de 2018

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Edição nº 820 / 2015

14/05/2015 - 11:37:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

De olho no dinheiro

O consumidor já se habituou a dar o verdadeiro valor ao dinheiro que ganha para sobreviver, não mais sendo induzido pela propaganda do “dinheiro fácil”, onde pode ser conseguido em fração de segundos, para depois de fechado o negócio, ir pagando em até 120 meses, num valor infinitamente superior ao que tomou emprestado. As financeiras já vêm sentindo essa mudança de comportamento, mas continuam tentando atrair os ingênuos se acham em condições de pagar as prestações num prazo tão longo. O próprio governo que controla juros e prazos, já sente que não é mais tão fácil incentivar o consumo, pois a inflação vem crescendo exatamente diante das facilidades que vinha promovendo nos últimos anos, o que gerou aumento de preços e da inadimplência. Portanto, para sobreviver a essa nova fase da economia brasileira, com queda na produção, desemprego e juros elevadíssimos, só resta mesmo economizar ao máximo e saber viver de acordo com o que ganha. 

Substituindo

Quem sempre comprou no mesmo supermercado ou mercadinho da esquina, os mesmos produtos e marcas, tem que mudar de hábito e procurar pesquisar em outros locais. Os preços oscilam muito de um local para outro. E mais: reduza a quantidade de consumo e troque de marca por um que tenha um valor mais baixo e faça o mesmo efeito. PromoçõesElas existem diariamente e em todos os pontos de vendas. E, claro que com preços diferenciados para cima e para baixo. Só vá às compras com tempo livre para pesquisar e jamais compre na primeira parada, mesmo sendo promoção, pois na loja vizinha pode ter o mesmo produto com preço mais baixo. Compre à vista, exigindo um bom desconto. 


Juros

Fuja deles! A  cada mês que o Comitê de Política Monetária do Banco Central se reúne, aumenta a chamada Taxa Selic (entre bancos) em 0,25%. E isso, claro que repercute no juro ao consumidor, que, no caso do cheque especial e crédito rotativo do cartão de crédito, chega aos 20% ao mês. Se quiser sobreviver com trnquilidade, jamais utilize esses dois instrumentos de crédito, rápido e fácil, mas difícil de ser pago. 


Casa própria

Ficou mais caro o crédito imobiliário para imóveis usados. Agora, o pretendente a esse tipo de operação vai pagar 50% do valor do imóvel à vista e a Caixa Econômica empresta o restante. Provavelmente, o próximo aperto do governo vai ser para imóveis novos, do programa Minha Casa Minha Vida, já que o índice de inadimplência aumenta assustadoramente. 

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