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21 de Novembro de 2018

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Edição nº 819 / 2015

06/05/2015 - 20:50:00

MEIO AMBIENTE

Chernobyl

Há 29 anos um dos reatores da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, explodiu por uma falha no projeto e material radioativo foi liberado no ambiente. Uma área de 30 quilômetros ao redor da usina teve acesso proibido, mais de 330 mil pessoas tiveram que ser evacuadas de suas casas, sem nunca poder voltar. Até hoje, já foram detectados cerca de 6 mil casos de câncer de tireoide relacionados ao acidente. Cerca de 600 mil trabalhadores e bilhões de dólares foram colocados nos trabalhos de limpeza. Na época, um “sarcófago” foi construído ao redor da usina para limitar o escape de radiação e o novo que está sendo construído só deve ficar pronto em 2017 após sucessivos atrasos.


Greenpace

Há exatos 23 anos, durante o encontro da ECO-92, o Greenpeace rumou para Angra dos Reis com objetivo de relembrar o trágico acidente na usina nuclear de Chernobyl. 800 cruzes foram fixadas no pátio da usina de Angra, relembrando os seis anos do acidente e marcando a chegada da organização no Brasil. O Greenpeace leva às ruas do País a luta pela proteção da Amazônia, a construção de um cenário energético cada vez mais limpo, e neste começo de 2015, contra a má gestão da água diante da maior crise hídrica do país. Os 23 anos de atividade no Brasil incluem diversas vitórias, compromisso com o meio ambiente e a luta por um mundo mais justo.Piscina do AmorOs estudos para tornar a Piscina do Amor, na praia de Pajuçara, uma área de exclusão já foram aprovados pelo Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram). A resolução está sendo elaborada e deverá sair no mês de maio. Os banhistas estão sendo conscientizados pelo IMA para a preservação dos recifes de corais por conta da exploração para recreação e pesca. Além das reuniões com os usuários, estão sendo feitos banners informativos para serem colocados em lojas que vendem produtos náuticos e em marinas. 


Vazamento de óleo 

O vazamento de sete metros cúbicos de óleo no duto que interliga as plataformas da Petrobras na Bacia de Sergipe-Alagoas foi estancado. Segundo a empresa, foram tomadas todas as medidas cabíveis e quase a totalidade do volume vazado foi recolhida, sendo o restante dispersado por embarcações. Ainda é esperado que um pouco de óleo chegue à costa devido ao movimento natural das marés. A Petrobras permanecerá em alerta para operações de limpeza na praia até que não haja vestígios de material que possa estar relacionado ao vazamento.

Cinzas de vulcão

As cinzas do vulcão Calbuco, no Chile, que entrou em erupção semana passada e está localizado a 900 quilômetros ao sul de Santiago, chegaram ao Rio Grande do Sul. Segundo o Metroclima, sistema de previsão do tempo da prefeitura, paira sobre a cidade uma nuvem vulcânica em grande altitude. Em níveis baixos da atmosfera, nuvens “normais” trazem chuva isolada em algumas áreas da cidade. Pela tarde, algumas nuvens mais esparsas dão um tom mais acinzentado ao céu. 


Morte em tribo

Uma índia da tribo awá, a mais ameaçada de extinção do mundo, adoeceu após o grupo em que ela vivia ser cercado por madeireiros na floresta Amazônica. Já foram feitos consultas e exames dentro da própria aldeia, já que a remoção para uma unidade de saúde pode ser traumática e prejudicial a indígenas em situação de isolamento. Estima-se que existam apenas cem índios que fazem parte dessa tribo e que podem ser dizimados por conta do contato com o homem branco e as agressões à floresta. 

Cadáveres como adubo

Para as pessoas com consciência ambiental, a compostagem dos corpos humanos é um novo passo para o movimento que propõe enterros naturais. Katrina Spade, criadora do projeto, estima que cada corpo produziria cerca de um metro cúbico de composto e os parentes poderiam utilizar conforme desejem. Esse processo custaria em torno de US$ 2.500, uma pequena parcela dos custos com enterros comuns. A ideia de alimentar novas vidas depois da morte tem atraído a atenção de ambientalistas e cientistas.

Solarização do Planalto

No final da semana passada, ativistas vestidos de técnicos eletricistas foram até o Palácio do Planalto para instalar painéis solares de graça no telhado do endereço presidencial. Os ativistas do Greenpeace querem selar um acordo com a presidente Dilma Rousseff para que ela mostre que a energia solar deve ser tratada como a principal fonte energética do futuro. Ao final do protesto, representantes da organização foram recebidos pela Secretaria-Geral da Presidência para protocolar o pedido de solarização do Palácio do Planalto.

 WWF alerta

Em relatório produzido pela organização não governamental Fundo Mundial para a Natureza (WWF na sigla em inglês), os cientistas fazem uma análise dos recursos dos oceanos, alertando para o perigo de os sistemas naturais essenciais simplesmente deixarem de funcionar um dia por causa do aquecimento e acidificação dos oceanos. O relatório faz uma avaliação centrada dos ativos dos oceanos, com ênfase na pesca excessiva e poluição dos mares. E descreve que o WWF considera isso um “ataque implacável aos recursos do oceano por meio da sobre-exploração, do uso indevido e das alterações climáticas”.

Maior ameaça ao planeta

O presidente americano, Barack Obama, afirmou que as alterações climáticas são “a maior ameaça ao planeta”, acrescentando que espera que os piores efeitos disso possam ser evitados pela união das maiores economias do mundo em torno do tema, citando a reunião de cúpula que será realizada em dezembro, na cidade de paris, seis anos após o fracasso da Cúpula de Copenhague. De acordo com levantamentos, o ano de 2014 foi o mais quente da história desde que os registros de temperaturas começaram a ser feitos, em 1880. O presidente lembrou de sua aposta nas “energias limpas” e exaltou o fato de as emissões de carbono nos EUA terem caído 10% desde 2007. 

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