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22 de Novembro de 2018

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Edição nº 819 / 2015

06/05/2015 - 20:03:00

Gabriel Mousinho

Collor e o PTB

Diz o velho ditado de onde há fumaça, há fogo. É o caso de uma possível fusão entre o Partido Trabalhista Brasileiro e o Democratas, onde passaria a fazer oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff.É de pleno conhecimento da área política, que o senador Fernando Collor e a direção nacional do PTB de uns anos para cá, não tem tido lá a essa relação de afinidade e que se colocou até em cheque se Collor permaneceria ou não na legenda.Com os comentários de que o PTB estaria se aproximando do DEM para fazer uma fusão e naturalmente engrossar as fileiras na Câmara dos Deputados e no Senado, é de se perguntar onde estaria o senador Fernando Collor nessa situação.

Para assessores do senador, esta é uma fusão difícil de se consagrar, uma vez que o Ministro Monteiro e ele próprio representam uma facção de peso entre os governistas dentro do PTB. Mas como o assunto já ganhou repercussão nacional e as tratativas andam para isso, Collor deve, futuramente, tomar uma decisão, para não ter que amargar constantes desconfortos no novo partido com as tomadas de decisões contra o governo petista.

Contas de campanha

Os procuradores da República que estão mergulhados na Operação Lava Jato, não irão ficar restritos apenas às denúncias de desvios de dinheiro da Petrobras. Irão, também, analisar minuciosamente as prestações de contas dos partidos nas últimas eleições, todas declaradas ao Tribunal Regional Eleitoral, no caso de Alagoas.


Dinheirama

Depois de contabilizar todas as doações, teve coligação que chegou a declarar gastos superiores a 40 milhões de reais na campanha de 2014. O dinheiro, na sua maior parte, veio exatamente de empresas que estão enroladas até o pescoço com a Operação Lava Jato.


Proteção labial

Os políticos, em Brasília, estão fazendo exatamente como jogadores de futebol, que põem a mão na boca para fazer comentários durante o jogo, para que não seja feita a leitura labial. Renan Calheiros e Eduardo Cunha já foram flagrados numa conversa de pé de orelha. Ninguém sabia lá o que eles estavam conversando.


De vento em popa

Pelo andar da carruagem, o deputado Luis Dantas vai deixar a Assembleia Legislativa nos trinques. Ele afirma que está recolhendo o INSS mensal, negocia 40 milhões de reais atrasados, mas não falou sobre o Imposto de Renda que não tem chegado aos cofres do governo federal. Mesmo assim, Dantas é um homem crédulo e dá a impressão que vai resolver todos os problemas crônicos da Assembleia.

Ainda em campanha

O PMDB, como já era esperado, deu um grande espaço ao governador Renan Filho nas inserções do partido na semana que passou. Mas Renanzinho precisa entender que a campanha política já terminou. Mesmo afirmando que Alagoas está no caminho certo, com um programa avançado de educação em tempo integral, ele não perde a oportunidade de dizer que está ´´tirando Alagoas do atraso´´. Parece que anda preocupado com a oposição.

Agora, não

Enquanto seus adversários fazem projeções para 2016, o prefeito Rui Palmeira tem defendido que esta não é a hora de se falar em eleição. Ele afirma que está preocupado, isto sim, em fazer um bom trabalho em Maceió. As eleições, para Rui, ficam para depois. No momento oportuno.


Conta estranha

Na última pesquisa divulgada dias atrás por alguns órgãos de comunicação, a empresa contabilizou 97 bairros em Maceió. Deve ter errado na conta, uma vez que em levantamentos feitos até agora, a capital só possui 50 bairros.


Sem espaço

Alguns dirigentes partidários têm reclamado nos bastidores que o governador não tem dado a atenção devida no espaço político da administração. Até agora ele está reinando só, revelou um eleitor de carteirinha.


Dois pesos

O Gabinete Civil não anda tratando como deve a jornalistas, quando se trata de informação sobre o Governo do Estado. Alguns profissionais estão sendo privilegiados em informações, ao contrário de outros que até mendigam por notícias do governo de Renan Filho. 

Sem perdão

O senador Fernando Collor ainda não digeriu a decisão do prefeito Rui Palmeira em apoiar, nas eleições passadas, o advogado Omar Coelho para o Senado. Não gostou de ter sido preterido em favor do ex-presidente da OAB.


Referência

Mesmo sendo esquecido em algumas oportunidades, o jornalista Bernardino Souto Maior continua como a maior referência do site Cada Minuto. Bem informado, parece que alguém anda com ciúmes de Bernardino.


Insatisfeitos

Alguns deputados estaduais ainda esperam um aceno do Palácio dos Martírios para participar com indicações da administração estadual. Acham que tem muita conversa para pouca ação. Bom no trato, o secretário do Gabinete Civil, Fábio Farias, tem levado na barriga as reivindicações de parlamentares. Só não sabe até quando.


Tavares na parada

A aproximação de Raimundo Tavares com o governador Renan Filho é resultado de futuras ações políticas no interior do Estado, principalmente no município de Junqueiro, onde Raimundo faz oposição ao grupo político do senador Biu de Lira. Renan já começa a se preocupar com as eleições municipais de 2016 e do projeto para 2018.


Quer voltar

O ex-governador Téo Vilela alimenta ainda a esperança de voltar ao meio político em 2018. Mas não tem feito por onde. Deixou escapar Marco Fireman que está saindo desgostoso do PSDB, além de receber quase que diariamente bombardeio de Renan Filho, que tem considerado seu governo como desastroso.


Fundo partidário

Como nas próximas eleições será difícil o apoio financeiro de empresas privadas pelo escândalo do Petrolão, os partidos que tiveram triplicado o Fundo Partidário aprovado no Orçamento Geral da União, devem utilizar esta alternativa para poderem sobreviver. Algumas lideranças não querem nem pensar no financiamento público. Os recursos federais não dariam sequer para comprar uma folha de papel para milhares de candidatos pelo Brasil afora.

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