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22 de Novembro de 2018

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Edição nº 818 / 2015

29/04/2015 - 09:23:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

O bom profissional

É sempre aquele que obtém os melhores resultados financeiros para a empresa. Clientes, colegas e concorrentes estão sempre de olho nesses números, que traduzem o cumprimento de metas. Outros fatores, no entanto, podem influenciar a cotação do profissional no mercado, como, por exemplo, a atividade comunitária. Cada vez mais, o exercício da cidadania por meio da atuação em organizações sociais ou do trabalho voluntário, têm feito a diferença.Grandes empresas, como Ford e IBM, vêm criando no Brasil cargos específicos para quem gerencia sua responsabilidade social. A frequência e a continuidade dessa ação são obrigatórias. Não comece algo que não poderá ser incorporado a sua agenda - em vez de ajudar, isso pode comprometer sua imagem. Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que 60% das empresas privadas desenvolvem algum tipo de ação social no Brasil. 


Contando pontos

As empresas vêem com bons olhos o profissional que se dedica à prática de esportes e à adoção de hábitos saudáveis. O mesmo vale para a experiência internacional. Quem já morou no exterior, ainda que não necessariamente por motivos profissionais, tem mais chance de destaque. Mas a formação acadêmica é outro pré requisito de peso, pois as empresas sempre estão interessadas em quem tem um bom currículo e participa regularmente de cursos de reciclagem. 

Competindo

Com a globalização da economia, competir por novos mercados ou  se defender da concorrência é a palavra de ordem para empresas de qualquer porte. A competição é própria do ser humano. O modo de lidar com ela, porém, é o que diferencia um profissional do outro. Para começar, lembre-se: o colega que tenta “puxar seu tapete” age mais em benefício próprio do que para prejudicar você pessoalmente. Uma forma saudável de encarar a disputa profissional,é fazer uma autocrítica e suprir as próprias deficiências. 


Ser líder

Talento e um certa dose de sorte podem ajudar o empregado a chegar a liderança. No entanto, a escalada para o sucesso sempre passa por fatores de outra natureza, que dependem muito mais de empenho pessoal. Fato concreto: ninguém chega a líder se a empresa não apresentar bons resultados. Cumprida essa premissa, assume a liderança aquele que tem metas e objetivos claros e habilidade para implementá-los. 


Déficit

O Banco Central (BC) projeta déficit de US$ 84 bilhões, 4,42% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) nas contas externas brasileiras em 2015. A autoridade monetária alterou a previsão em relação à edição anterior, em função da adoção de nova metodologia de cálculo, de acordo com manual mais recente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Antes da mudança, a estimativa era que as chamadas transações correntes encerrariam o ano com déficit perto de US$ 80 bilhões.

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