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21 de Setembro de 2018

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Edição nº 813 / 2015

08/04/2015 - 08:14:00

Área de lazer no Murilópolis é invadida por vândalos

Espaço foi transformado em amontoado de lixo e causa transtorno a moradores do local

Maria Salésia [email protected]

A ação de vândalos em área de preservação ambiental na Rua Horácio de Souza Lima, no Loteamento Murilópolis, em Maceió, tem causado transtorno para moradores do local. Há mais de um mês, o espaço que foi transformado em área de lazer se transformou em amontoado de lixo e metralha. Restos de sofá e colchão completam o cenário degradante.A área verde, que fica em uma rua fechada do Residencial, passou a ser cuidada pelos condôminos que a transformaram em uma extensão de suas casas. Apesar de todo o cuidado, os moradores foram surpreendidos com a ação de vândalos que moram em uma comunidade próxima. Eles quebraram o muro que divide os dois espaços e passaram a depositar o lixo que produzem.

O problema se arrasta e os moradores do Murilópolis não sabem a quem recorrer. O jogo de empurra por parte do poder público tem indignado a parte afeada que reclama que, apesar de pagar impostos e cumprir com suas obrigações, ao procurar os órgãos competentes para resolver o impasse só consegue respostas evasivas e alguns dizem que não é de sua competência.Temendo por uma invasão maior e até pela segurança, o morador e administrador da área, o advogado João Uchoa, manteve contato com vários órgãos ambientais e foi informado que o caso era de competência da Sempma (Secretaria Municipal de Meio Ambiente).

Ao procurar a secretaria, foi informado de que deveria identificar pessoalmente os vândalos para a partir daí a Sempma proceder a notificação. Em outra ocasião, uma funcionária do órgão pediu que Uchôa enviasse e-mail com detalhes para que a equipe fosse até o local. Inclusive, o advogado falou com um fiscal da Prefeitura que garantiu que o problema seria resolvido. Mas, ninguém compareceu. “O que me deixa indignado é constatar a incúria do poder público que não desempenha seu papel e enquanto isso uma área verde é devastada com a complacência daqueles que deveriam combater esse crime”, criticou Uchôa. 

Inconformado com o descaso, o advogado disse que além dos moradores não terem acesso à área de  lazer, o acúmulo de lixo preocupa por atrair ratos e insetos. Outro problema é que com o muro danificado, eles ficaram sem segurança, vulneráveis à ação de vândalos. A reportagem do jornal EXTRA manteve contato, por telefone e e-mail, com a Assessoria de Comunicação da Sempma, que informou que o caso seria resolvido. “Encaminharei a denúncia ao coordenador de fiscalização da Sempma para analisar o caso”. Mas a degradação continua.

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