Acompanhe nas redes sociais:

19 de Setembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 811 / 2015

10/03/2015 - 09:19:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Evitando o impulso!

Quem tem cartão de crédito é uma “presa fácil” para o comerciante que sempre vem realizando promoções, alegando isenção de juros, mas que se sabe mesmo que esses são “embutidos” no preço. Tem até aquele que cobra um “pequeno” valor quando vende pelo cartão. Evite isso, comprando somente à vista ou mesmo através desse chamado “dinheiro de plástico” pagando o valor total da fatura no prazo certo. O comércio todo investe em promoções. Não precisa mais de datas comemorativas. As ofertas são diárias. Ao consumidor, só resta mesmo pesquisar preços nos vários pontos de vendas, conversar com o vendedor, exigir desconto e comprar com dinheiro em espécie ou via cartão de débito. Os preços variam muito de um local para outro, até mesmo o vizinho, a filial, etc. Procure um dia que esteja realmente livre de compromissos, indo às compras com tempo de sobra para pesquisar. InflaçãoIsso é o próprio custo de vida, que é anunciada todo mês com vários índices, sempre diferenciados, o que na realidade não reflete o que se pratica no dia a dia no comércio. Se o tomate aumenta de preços, pode ser problema climático (seca ou chuva) e a própria ganância do vendedor. Então vá uma feira livre e visite todas as bancas, até encontrar o que estiver mais barato.  


Os serviços

Tanto os públicos (energia), por exemplo, como os privados (mensalidade escolar, telefone) e os diversos, vem aumentando muito recentemente, o que prova a subida da inflação. Ao consumidor, só resta mesmo reduzir o consumo desses serviços, para evitar o estouro no orçamento doméstico. 


“Dinheiro fácil”

É comum reeceber panfletos, e-mails e até mesmo insistência no meio da rua, para cair no conto do “dinheiro fácil” que nada mais é do que empréstimos de agentes financeiros, com juros que eles alegam ser baixos, mas que na realidade, são os mais elevados do mundo. Evite essa tentação e, viva de acordo com o que ganha. 


Importados

Com a alta constante do dólar diante do real, evite comprar produtos importados, optando mesmo pelo nacional. O vinho, por exemplo, dispomos de excelentes, produzidos tanto na serra Gaúcha, como no Vale do São Francisco. Isso também ajuda o produtor local, que gera empregos e paga impostos. 

Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia