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23 de Setembro de 2018

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Edição nº 810 / 2015

04/03/2015 - 20:45:00

Justiça, é isso?

MENDES DE BARROS

O Poder Judiciário, em geral, Federal e Estadual, não vem correspondendo ao que a nação espera da instituição constitucional criada para corrigir os desencontros operados na aplicação das leis.     Em edição anterior deste hebdomadário fiz referência a episódios que não dignificam o exercício da atividade judicante pela incompatibilidade com a moral e a decência absolutamente indispensáveis ao exercício das funções de julgador dos atos de uma sociedade.     

Na oportunidade citei declarações do ministro Nelson Jobim, então presidente do Supremo Tribunal Federal, confessando haver fraudado a Constituição Federal quando sub-relator da elaboração do texto constitucional na Câmara dos Deputados; a movimentação heterodoxa do ministro Francisco Rezek do STF para o Ministério das Relações Exteriores e seu retorno ao STF por via de negociação com o ministro Célio Borja que aceitou trocar a mais alta corte do país por interinidade no Ministério da Justiça; o vergonhoso episódio de um juiz de Direito sem apresentar sua carteira de habilitação, legalmente obrigatória, e conduzindo um veículo sem placas, deu voz de prisão à policial que o fiscalizou, absurdo imoral confirmado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e o caso de outro magistrado que prendeu um atendente de aeroporto que não impediu que uma aeronave, já na pista, decolasse para embarque do déspota que ali chegara com mais de meia hora de atraso.     

Não sei a razão porque ainda me surpreendi com mais dois casos, absolutamente esdrúxulos, protagonizados por dois juízes de Direito, um federal e outro estadual  que, outrora, sem qualquer resquício de dúvidas, envergonharia o Poder Judiciário.   O primeiro reflete a mais absoluta certeza do despreparo do autor, muito mais submisso a uma cretina vaidade consumista que capacitado para exercício do cargo de julgador, talvez até empolgado por desinteligência e desejos de poder absoluto deixou que sua boba petulância recordasse as ditaduras de Hitler e Mussolini, exibindo seu ridículo ao volante de um automóvel alemão, de marca PORSCHE, em lembrança de FERDINAND PORSCHE, industrial germânico criador do pequeno WOLSKWAGEN, que tanto ajudou ao ditador austríaco enganar os alemães.

Cuidadoso de seus devaneios, o ilustre magistrado mantém, em sua garagem particular, outro luxuoso automóvel, este de fabricação italiana, influência do “DUCE”, com certeza, da marca LAMBORGHINI, esperando seu próximo e ridículo “promenade’ quando apresentará o outro carro do empresário Eike Batista que sua caneta judicial “BLOQUEOU” para garantir possível prejuízo criminoso praticado pelo ex-magnata, agora vítima do inconcebível procedimento judicial do ridículo “JUIZ”.     

Não fora bastante, outro magistrado, desta vez do sexo feminino, nos frigidos ares do Rio Grande do Sul, PROIBIU que o SUS (Sistema Único de Saúde), instituição pública, oferecesse tratamento a um doente que o procurou, alegando que a “vítima era portadora de câncer e morreria em sessenta dias.”   

Neste caso, a influência se destaca nas recentes manifestações da violência consagrada nos selvagens procedimentos dos seguidores do malfadado ESTADO ISLÂMICO que pretende incutir, no ocidente, as regras do CORÃO que atribui a seus seguidores o poder de vida e de morte.     

 À “JUIZA”, sem dúvida, falta “JUIZO” quando pensa que pode vislumbrar o tempo de vida de um ser humano, todavia, com decisões proibindo o tratamento de um doente, não vislumbra, decreta a morte alguém.     

Com o EXECUTIVO na PETROBRAS, o LEGISLATIVO no LAVA-JATO e o JUDICIÁRIO nos “carrinhos” do Eike BATISTA que destino darão ao BRASIL?Com a palavra o CNJ e a OAB. Vamos para a rua, sem o que nos mandarão: ou para CUBA, do PT ou para a DEMOCRÀTICA Venezuela, do LULA.

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