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23 de Setembro de 2018

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Edição nº 808 / 2015

11/02/2015 - 19:13:00

“Extra Hebdo”

MENDES DE BARROS

A liberdade de imprensa incomoda sobremodo a quem deseja projeção e se apresenta em palco de piso deteriorado e incapaz de resistir ao insuportável peso da vaidade, ainda mais quando envolta no manto da atual divindade judiciária que insiste em aparecer no Brasil de hoje.Juízes há que, não se conscientizando servirem a um Estado Democrático de Direito, imaginam-se representantes do Estado Islâmico, por isso, não a serviço de uma democracia e seus princípios de justiça pragmática, com manifestações sentenciosas, doutorais e pedantes como se vê entre os seguidores de Maomé.Recentemente, na França, um jornal semanário foi invadido e, ali, assassinados doze jornalistas que criticavam o Islamismo.

Católico, temente a Deus e crente das virtudes de seu Filho, entendi a estupidez dos maometanos ao lembrar a “Santa Inquisição”, vergonhosa manifestação católica exercida sob o comando do tarado Tomaz Torquemada, alguns séculos atrás. Preocupa a sinalização de fatos ocorridos no nosso Brasil apontando para uma nova modalidade de ditadura, desta feita sob o patrocínio de togas judiciais, muito mais nauseabundas que a modalidade militar, observando-se seu manejo sob a responsabilidade de integrantes do Poder Judiciário.

Vejamos:Logo após ser eleito presidente da República, atendendo solicitação do ministro Francisco Rezek, do Supremo Tribunal Federal, Fernando Collor de Mello aposentou-o do STF e o nomeou ministro das Relações Exteriores, o que, por não ser o que imaginava o jurista, negociou seu retorno ao STF, conseguindo com a negociação da aposentadoria do ministro Celio Borja, do STF, nomeado ministro da Justiça.Outro fato pitoresco foi a declaração do ministro presidente do Supremo Tribunal Federal e ex-deputado federal constituinte, NELSON JOBIM, sub-relator do Projeto da CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA, afirmando que FRAUDOU o texto constitucional, introduzindo matéria que NÃO havia sido deliberada pelo plenário da Assembleia Nacional Constituinte.  

Por mais inacreditável que venha a ser, Nelson Jobim continuou ministro e presidente da Suprema Corte de Justiça do país.Um juiz de Direito, conduzindo um veículo automóvel sem placa e sem apresentar o documento de habilitação, prende a policial que o fiscalizou, com este ato infame validado por decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.Outro episódio altamente desprezível a relatar diz respeito a um juiz de Direito que, com arrogância e suprema covardia, prendeu um funcionário de uma companhia aérea porque o atendente do aeroporto não impediu a decolagem da aeronave na qual viajaria o magistrado que chegou ao local de embarque com mais de meia hora de atraso.

A divulgação de fatos vergonhosos e incompatíveis com a civilidade que já se apresenta na sociedade brasileira exalta a inaceitabilidade desta para com tais procedimentos, ao tempo em que destaca o comportamento responsável de magistrados como o juiz SERGIO MORO que, com atitudes compatíveis com sua compostura profissional e o interesse público moral e financeiro da maior empresa do Brasil, sem teatralismo, mas com rigor profissional, chama à ordem do feito os  “picaretas” mais “lubrificados e abastecidos” nos postos administrativos da quase EX-PETROBRAS, cujos tanques foram saqueados por diretores nomeados pelo governo e empresários igualmente qualificados na gatunagem que ameaça o futuro da empresa, assim como a economia do país.

Este procedimento irresponsável do PODER EXECUTIVO, lamentavelmente não é exclusivo, faz-se acompanhar com dedicado empenho e, mais das vezes, com excepcional competência pelo LEGISLATIVO, destacando-se com inconcebíveis artimanhas danosas ao patrimônio público.Difícil ressaltar os virtuoses federais e, mais ainda, os estaduais que “brilham” nos cofres públicos de Norte a Sul do país, com realce quando aliados ao executivo, a lembrar Espirito Santo e Brasília com Agnelo e Arruda.

Tocando neste assunto, seria injusto não mencionar o exímio desempenho da Assembleia Legislativa de Alagoas com o espetáculo TATURANA, exibido faz mais de cinco anos, sem qualquer manifestação da justiça, assim como com o recente, ainda em cartaz, apresentando um especialíssimo ato de ilusionismo financeiro quando faz desaparecer o dinheiro dos vencimentos e proventos dos funcionários, ativos e inativos, em desempenho de gala quando recolhe a importância referente ao pagamento dos empréstimos consignados, numerário que não chega às agencias bancárias, comprometendo a imagem dos funcionários que pagaram seus débitos e o credor não recebeu.

Não fora a imprensa, livre de qualquer censura, jamais saberíamos do MENSALÃO, de Rosemaire, Aloprados, PETROLÃO, CACHOEIRA, Demóstenes, Donadon (exerceu parte do mandato de deputado federal encarcerado na PAPUDA), José Dirceu, André Vargas, etc., etc..Fui intimado de sentença condenatória em processo promovido por um juiz de Direito que se ofendeu por artigo de minha autoria face a expressão “SENTENÇA MISTUROU A SUSPENSÃO DO PAGAMENTO DE TAXA MUNICIPAL COM SANDUÍCHE COM CARNE ESTRAGADA”. 

Na certeza de que o PODER JUDICIÁRIO, na concepção democrática, foi criado para restaurar os princípios constitucionais maculados, preocupa-me o autor do processo haver solicitado sua tramitação em “segredo de justiça”, assim procedida.  Permita DEUS que esse tipo de magistrado não tome conhecimento dos colóquios do Anjo Gabriel com Mohamed, hoje conhecido como o Profeta MAOMÉ, e adote os preceitos do CORÃO de que “OU CRÊ OU MORRE”, para que não ocorra aqui, e conosco, eu e o EXTRA, o que aconteceu em Paris no “CHARLIE HEBDO”. 

Por precaução declaro que “JE NE SUIS CHARLIE HEBDO” porém, em nome da liberdade de imprensa, dos princípios democráticos e da dignidade do povo brasileiro afirmo:JE SUIS “EXTRA HEBDO” ET J´AIME, BEAUCOUP, LA LIBERTÉ, AUJOURD´HUI ET TOUJOURS.

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