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13 de Novembro de 2018

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Edição nº 808 / 2015

11/02/2015 - 18:37:00

JORGE OLIVEIRA

Brasil quer Foster na cadeia

Maceió- Em um país sério, a Graciosa, a Graça Foster, – ao deixar a Petrobras, deveria sair algemada dentro de um camburão para terminar seus dias na cadeia. Ela é responsável por um prejuízo de 200 bilhões de reais, pelo maior escândalo de corrupção e por derreter os ativos da Petrobrás nos três anos que lá esteve.

Mas, infelizmente, estamos em um país avacalhado e de governo e instituições desmoralizadas.  A foto dela com a Dilma, rindo, mostra bem o descaso que as duas têm pelo povo brasileiro, sufocado por uma crise econômica provocada pela administração caótica de uma presidente incompetente, coberta pela lama da corrupção. Riem de quê? Certamente da cara dos milhões de trabalhadores, pequenos acionistas, que assistem o dinheiro do Fundo de Garantia virá pó com a desvalorização das ações da empresa que micaram na Bolsa de Valores. 

Na gestão de Graciosa, a Petrobras perdeu 78% dos seus ativos. O imponente prédio da Avenida Chile, no Rio, onde a empresa está instalada, outrora ocupado por honrados executivos, agora fede pela contaminação dos diretores corruptos. Das suas salas luxuosas já saíram para a cadeia alguns desses ladrões que patrocinaram o maior assalto na contabilidade da empresa para beneficiar principalmente o PT do Lula e da Dilma. Graça Foster e José Sergio Gabrielli são cúmplices.

Patrocinaram a farra das propinas sob a orientação petista, que gastou milhões e milhões de reais do contribuinte pelo projeto de se manter no poder, segundo denúncias dos delatores.Graça Foster ascendeu à presidência por obra e graça de Dilma, que a mantinha lá dentro, numa relação de proteção esquizofrênica, contrariando todas as expectativas do mercado.

A razão para tanta teimosia é simples:  a amizade. É assim, dessa forma leviana e inconsequente, que a presidente trata o patrimônio nacional. Ela sustentava Foster na Petrobras por pirraça, por laços de amizade, mesmo diante do prejuízo colossal que a amiga vinha provocando na empresa.

 Não devemos esquecer, portanto, que a patifaria começou justamente quando a Dilma estava à frente do Conselho da Petrobras. Ela é a responsável pela aprovação da compra da refinaria de Pasadena no Texas, como já afirmou o próprio Sergio Gabrielli, uma negociata imoral. A Petrobrás amargou um prejuízo de mais de 1 bilhão de reais. De lá pra cá, os petistas não deram trégua aos cofres da empresa. Milhões e milhões de reais foram saqueados dos seus cofres. A desculpa esfarrapada da Dilma para aprovar a compra é a de que não teria visto os “gatos” no documento.  

Rindo de quê?

Quando recebeu a Graciosa com um largo sorriso no Planalto, Dilma queria passar a ideia de que nada existia de anormal entre as duas. A desculpa para demiti-la é de que ela está emocionalmente afetada. Que governo louco esse! Graciosa patrocina um rombo descomunal na empresa e, coitada!, agora está com os nervos a flor da pele. E o que dizer, portanto, dos milhões de trabalhadores que viram seu dinheiro do Fundo de Garantia micar com a compra das ações da Petrobras?


Hospício

Os últimos acontecimentos políticos em Brasília levam-me a sugerir a construção de uma grande muralha em torno da Praça dos Três Poderes para transformar essa área no maior hospício a céu aberto do mundo. 


Ódio petista

O Partido dos Trabalhadores é movido por ódio e revanchismo.  Esse comportamento anti republicano foi disseminado pelo ex-presidente Lula e assimilado por milhares de seus asseclas país afora. Só assim se justifica a falta de investimentos públicos federais em Minas Gerais e São Paulo, redutos dos tucanos, onde a falta de água e de energia pode levar o Brasil a uma das maiores crises econômica e social. Dilma fez ouvidos moucos a todos os prognósticos dos técnicos de Furnas – responsável pelo abastecimento de energia no Sudeste – que alertaram em documento para o risco do apagão e do esvaziamento dos reservatórios de água na região que iriam parar o país.


Capas pretas

Como o PT é movido a vingança, Dilma foi induzida pelos capas pretas do partido a reduzir os investimentos no Sudeste. Afinal de contas, não seria prudente desenvolver projeto de infraestrutura na região para não levantar a bola dos tucanos e transformá-los – Aécio e Alckmin – em seus fortes concorrentes à presidência da república. Numa declaração antes da campanha, Dilma já antevia o que poderia acontecer nas eleições (“podemos fazer o diabo... ”).  E realmente, ela seguiu a risca as ameaças. Bateu pra valer, fez promessas fantasiosas e agora aper-ta a goela dos trabalhadores a quem prometeu não mexer nos seus direitos nem que a “vaca tussa”. 

Desgoverno

O país está à deriva. De Norte  a Sul os problemas se acumulam. Quando não é por falta de água é por falta de luz. As empresas públicas, até então sólidas financeiramente, viraram um cemitério de cadáveres insepul-tos. A ex-presidente da Petrobras, Graça Foster, por exemplo, assemelha-se a Dilma na capacidade de administrar: um desastre. Faliu – imagine você! – uma das maiores empresas da América Latina e uma das mais sólidas do mundo pelos seus ativos.  Mas continuava prestigiada pela chefe, num caso típico de proteção esquizofrênica que só Freud explica.


Corrupção

Meu Deus!, até poços de petróleo a Graciosa vendeu para o BTG Pactual, como se o banco detivesse um grande know-how na produção de petróleo. O que se sabe, na verdade, é que esse grupo encheu as burras de grana porque teria comprado as reservas de óleo na Nigéria pela metade do preço do que valiam os blocos. Tudo isso  na surdina, sem que os brasileiros tomassem conhecimento de que seu patrimônio estava sendo negociado na calada da noite.


Fantoche

Enquanto isso, no Planalto, Dilma fazia de conta que governava. Para permanecer como uma fantoche no poder, fechou os olhos para as falcatruas da petezada que, como ratos famintos e vorazes, saiu devorando e assaltando o dinheiro público. Para isso, os militantes aparelharam o estado. Invadiram, como aves de rapina, as principais empresas estatais. Onde sentiam o cheiro da grana, lá estavam eles de narinas abertas chafurdando no cofre.


Caixa preta

Veja, por exemplo, o que aconteceu com o BNDES, que se negou a revelar para o Ministério Público todos os empréstimos feitos a governos africanos, déspotas sanguinários que Lula considera irmãos (irmão de quem, cara pálida!?). Agora, por decisão judicial, o presidente Luciano Coutinho foi intimado a abrir a caixa preta do banco. E não se espantem, minhas senhoras e meus senhores, o roubo na Petrobras é pinto diante do que vai se descobrir nos contratos do BNDES. 

Balela.  

Ela, então presidente do Conselho,  deve ser responsabilizada pelo negocio das arábias que lesou os cofres da empresa. Aliás, a cumplicidade com esses negócios escusos é que a levaram a cair nas graças do seu chefe Lula. Quando o ex-presidente a rotulou de “gerentona” sabia bem o que queria dizer. Dilma, no ministério das Minas e Energia, no Conselho da Petrobras e na chefia do Gabinete Civil da Presidência defendeu muito bem os “interesses” do PT nas empresas públicas.

Desvios

Boa parte dos empréstimos que chegava aos ditadores africanos através do banco – sem nenhum tipo de garantia  – ia para os paraísos fiscais, onde cada “agente” ficava com o seu quinhão. 

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