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14 de Novembro de 2018

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Edição nº 807 / 2015

04/02/2015 - 06:57:00

S.O.S ALAGOAS

Cunha Pinto

Qual a razão?
Governos federal e estaduais e os poderes Legislativo e Judiciário  não acham que os índices da violência no Brasil estão começando a ficar fora de controle?  O Código Penal não está fora de época ou é ilusão os riscos que famílias enfrentam, sem mais segurança até dentro de casa?

Fase de recesso

Este dia 1º de fevereiro é de solenidades para mudanças nos Legislativos tanto federal como estadu-ais. Nos Executivos, cargos foram foram transmitidos  dia 1º de janeiro. Dilma Rousseff, em Brasília, renovou mandato no Planalto e, em Alagoas, Renan Filho foi quem sucedeuTeotonio Vilela como gover-nador. Está no primeiro mandato.


Da expectativa

O alagoano não tem na memória propostas dos candidatos eleitos para mandatos até 2019. No Executivo otimismo é natural tanto por ser sangue novo nos Martírios (35 anos) como por ter apoio do senador Renan Calheiros em Brasília. Mas figa é para  priorizar a expansão do parque industrial no Estado.


Imundície nas ruas

Moradores que ao invés de jogarem entulhos emporcalhando ruas de Maceió e acham que a culpa é da prefeitura pela má educação deles, são citados como“Sugismundo”.  Uma volta aos tempos dos Trapalhões na televisão, mas que caiu na boca do povo pelos “nojentos”, com frase repetida à exaustão.


Povo sujo, povo...

É justo o cidadão emporcalhar a cidade e condenar o setor público pelo lixo  que despeja em áreas da beira-mar, Riacho do Salgadinho, terrenos baldios, trilho de trem, calçadas e outros locais impróprios? Ou zelar pela cidade não é educação doméstica?” Mas quem responde?

Violência

No Brasil, revelam estatísticas que hoje morrem duas vez mais negros que brancos.  Esse levantamento é do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e foi realizado por solicitação do governo federal. O Nordeste tem média cinco vezes maior que as demais regiões do País.

Mudança na Câmara

Antonio Hollanda (PMDB) assumiu a presidência da Comissão de Finanças,  Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara Municipal de Maceió. Substitui José Márcio (PROS). Hollanda inclui dentre prioridades agilizar tramitação do orçamento de Maceió deste ano.


Dentro do prazo

Do vereador Kelman Vieira, presidente da Câmara de Maceió: “Cumprimos à risca o regimento. Estamos respeitando todos os trâmites para que todos participem”.  Ele  está otimista  de o plenário aprovar projetos pendentes de votação antes do carnaval. 


Vale atenção

A SMTT tem lista que orienta os pais  para contratar serviço de transporte escolar. Objetivo: evitar riscos que comprometam a segurança das crianças. Algumas: verificar se o veículo é licenciado na prefeitura e o condutor atende os requisitos para exercer a função. Em caso de dúvida, discar para 3315-3530.


Taxistas

Entre taxistas conversas revelam desânimo com a administração do sindicato da categoria. Argumento? Não vir ocorrendo a mesma disposição de épocas anteriores na reivindicação de interesses da categoria. Na análise soltaram vários casos com somatório de prejuízos para a categoria.

Insistência

O Planalto não deve se decepcionar pela negativa do governo da Indonésia, que não aceitou o pedido de clemência para brasileiro preso naquele país por tráfico de drogas e condenado à morte por fuzilamento.É triste, mas leis são para serem cumpridas. Se não no Brasil, pelo menos lá fora.


Em família

Sueli Campos, governadora de Roraima, não foi com sede demais nos cofres públicos? Ou analisar como ela nomear 19 familiares para cargos públicos, alguns  ocupando secretarias de Estado. Na informação da IstoÉ (14 de janeiro), somados os salários batem nos R$ 398 mil. A maioria é filhas e tios.


Qual a intenção?

Acir Gurgacz, senador  por Roraima (PDT), denunciou recentemente, em plenário, que  “a gratuidade das passagens de ônibus é custeada por quem paga passagem inteira”. Observação foca de forma direta a gratuidade dos idosos e indireta a meia passagem dos estudantes. Mas é justo?

Guia Eleitoral

Projeto apresentado pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS)  propõe  estancar  sangria dos cofres públicos  custeando o Guia Eleitoral nas rádios e TVs.  A informação na Coluna Brasil Confidencial (IstoÉ, do dia 28 deste mês) revela que a União perdeu  R$ 839,5 milhões. Ou em miúdos, ese foi  o custo pela exibição do Guia Eleitoral no período de 19 de agosto a  24 de outubro de 2014. 

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