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15 de Novembro de 2018

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Edição nº 805 / 2015

20/01/2015 - 18:18:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

De olho no dinheiro!

2015 é um “ano de aperto”, não só para o governo, com sua dívida astronômica, como para as empresas e, claro os consumidores, os mais prejudicados com a crise que já existe há muitos anos, mas as autoridades econômica encobriam. O dólar vem subindo constantemente, os juros e os preços. Só resta mesmo, economizar ao máximo, procurando dar mais valor ao que ganha e evitar o impulso consumista. Promoções no comércio, existem sempre. Nunca compre algum produto que ainda possua, mas já bastante usado, só porque tem um “novinho em folha” e você acha barato e compra a prazo, sem saber quanto vai pagar de juros. A cada janeiro, quando o salário mínimo é reajustado, mesmo sem ainda ter chegado ao bolso do trabalhador, os vendedores aumentam os preços. Pesquise, não compre na primeira parada. Converse, pechinche, peça descontos e só compre à vista. Siga corretamente o seu orçamento doméstico, já elaborado no início do mês. Reserve uma parte do seu salário (10% no mínimo) para a caderneta de poupança, garantindo uma reserva financeira para qualquer emergência. Fazendo isso, vai conseguir atravessar o ano, com tranquilidade e sem dívidas impagáveis.

Câmbio

A economia dos Estados Unidos (que continua sendo a maior do mundo) vem se recuperando da crise mundial de 2008. O mesmo ocorre na Europa. A China, que é a segunda maior, já vem sentindo os efeitos da crise, exatamente porque o dólar vem aumentando a cada mês. Como a moeda americana é a mais comercial, as dos países importadores, vão perdendo o valor. Assim sumiram daqui as “lojas R$ 1,99 que vendiam produtos importados, quando o dólar estava em baixa. Melhora a situação dos exportadores, que vendem em dólar e prejudica dos importadores.

 
Taxa de Juros

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, se reúne a cada mês, para definir a nova Taxa Selic (que é adotada entre bancos)  e fechou o ano em 11.75%. Agora em janeiro deve chegar aos 12%. Mas esse percentual não é utilizado para o consumidor, que paga bem mais e mensalmente, quando usa o cartão de crédito parcelado e o cheque especial, algo em torno de 19% ao mês. Fuja disso!

O certo

O cartão de crédito e o cheque especial, são mecanismos de crédito que existem para facilitar a vida de seu portador, mas quando se paga o valor total no mês seguinte. Se for pagando o mínimo, a dívida aumenta exageradamente e pode ficar impagável. Jamais compre alimentos, por exemplo, pagando pelo cartão parceladamente. Mas a dica é para tudo que for comprar mesmo. 

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