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17 de Novembro de 2018

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Edição nº 804 / 2015

13/01/2015 - 07:06:00

MEIO AMBIENTE

Fim dos Maias

Novas análises feitas em minerais retirados da caverna submersa conhecida como o Grande Buraco Azul, em Belize, na América Central, dão pistas sobre os motivos que levaram ao fim da civilização maia. Os resultados do estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Rice, no Texas, corroboram uma teoria já existente: a de que uma grande seca teria levado ao desaparecimento da sociedade maia.A equipe de pesquisadores perfurou e coletou amostras de sedimentos encontrados no Grande Buraco Azul e nos recifes de coral dispostos ao redor da caverna. A composição dessas amostras foi analisada, principalmente em relação à quantidade de titânio e alumínio.

Filhotes de ariranha

O Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, recebeu quatro novos moradores neste final de ano. São dois filhotes de furão, resgatados na periferia da capital, e dois de ariranha, resgatados em situação de risco na área de construção da Hidrelétrica de Belo Monte, no sudoeste do Pará. As ariranhas são fêmeas de dois meses e meio, pesam em torno de 3kg e comem cerca de 1 kg de peixe por dia. Além de peixe, os animais tomam leite misturado com suplementos vitamínicos minerais.

Peixinho dourado

Um dono de um peixinho dourado em Norfolk, na Inglaterra, pagou cerca de 300 libras (o equivalente a R$ 1,2 mil) em custos veterinários para livrar seu animal de um entupimento no intestino. A especialista Faye Bethell usou água com anestesia para realizar o procedimento cirúrgico. O peixinho dourado moderno (Carassius auratus auratus) é uma versão domesticada de uma carpa selvagem da Ásia oriental.


Elevação do mar

O aumento do nível do mar, que se acelera devido aos efeitos das mudanças climáticas, já tem causado contratempos em zonas litorâneas do sul do estado da Flórida (EUA), onde as autoridades reconheceram que a região enfrenta um sério problema ambiental. Dos 5,5 milhões de habitantes do sul do estado, 75% estão perto do mar, uma faixa litorânea cada vez mais valorizada, mas vulnerável a sucessivas inundações, que podem ser a manifestação de uma grave crise.


Passarinhos do Iraque

Todos os anos, estorninhos chegam ao norte do Iraque ao migrarem do inverno europeu. Ali, caçadores capturam os pássaros para vendê-los ao mercado local - seja como iguaria ou como um símbolo de boa sorte. Mas os curdos que habitam o norte iraquiano afirmam que os combates com o grupo autodenominado Estado Islâmico estão afugentando as aves.


Arroz de Fukushima

Todo o arroz cultivado na Prefeitura de Fukushima, no norte do Japão, superou pela primeira vez no ano passado todos os controles de níveis de radiação iniciados após a crise nuclear de 2011, informou o jornal “Asahi”. Em 2014, um total de 10,75 milhões de sacos de arroz cultivados em Fukushima foram submetidos a testes de radiação e todos eles registraram menos de 100 bequereles por quilograma, o que está abaixo da média nacional.Céu do LíbanoUm fenômeno natural chamou a atenção de turistas que lotavam a região das chamadas Rochas do Pombo, ponto turístico de Beirute, no Líbano, no primeiro dia do ano. O brasileiro João Henrique Sardeiro de Alcântara estava em um café perto do local e registrou a cena, que aconteceu por volta de 14h30 do horário local. Meteorologistas identificaram que se trata de uma tromba d’água.


Fundo de vidro

A ideia é boa para quem não sabe nadar: um barco com vidro no casco, onde se pode ver o fundo do mar, oferece passeios para turistas em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. A embarcação, feita de forma artesanal, permite que as pessoas vejam espécies marinhas como se estivessem diante de um aquário ou em um mergulho. A ideia surgiu há cinco anos e tomou forma pelas mãos do marinheiro Peter Nobre, de 48 anos. Na época, ele trabalhava como pescador no litoral e decidiu adaptar uma embarcação para investir no turismo. 


Sapo com presas 

Pela primeira vez, cientistas encontraram um sapo que dá à luz girinos. A maioria dos sapos bota ovos e, embora algumas espécies deem à luz filhotes de sapo, girinos recém-nascidos são novos para a ciência. Mas, há décadas, cientistas procuravam uma nova espécie de sapo com presas - uma espécie de “sapo-vampiro” que vive na ilha de Sulawesi, na Indonésia. Eles suspeitavam que os sapos 

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