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23 de Setembro de 2018

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Edição nº 803 / 2015

07/01/2015 - 07:27:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Um ano de aperto

Assim será 2015, de muito mais aperto do que 2014. A inflação será controlada mais uma vez, via juros altos, o que gera diminuição do consumo, caindo a produção e aumenta o desemprego. É “uma faca de dois gumes”. O governo beneficia o banqueiro e prejudica o industrial e consequentemente o consumidor. Assim ocorreu na Europa e Estados Unidos, com o incentivo ao crédito, gerando inadimplência e quebradeira de bancos.Ao leitor, a dica é a de sempre: pesquisar preços, comprar o estritamente necessário e tudo à vista, esquecendo o chamado “dinheiro fácil” que é o crediário de longo prazo, principalmente no mercado imobiliário e automotivo. Nos supermercados, os preços vão continuar oscilando de cima para baixo e vice-versa, exigindo que se faça muita pesquisa, evitando, inclusive comprar alimentos pelo cartão de crédito parcelado. Os juros são absurdamente elevados. 


Um mês longo

Janeiro é um mês longo, com apenas o feriado do primeiro dia do ano. O décimo terceiro já foi pago e o mês de dezembro sendo pago logo no início. É o mês de uma despesa extra para quem possui filhos e escolas particulares: matrícula, material escolar, fardamento. Mas os pais disciplinados não exageraram nas despesas de final de ano e reservaram o dinheiro suficiente para cumprir essa missão familiar, pesquisando muito antes de comprar tudo que tem na lista da escola. 

O mês seguinte

É o do Carnaval e do IPTU. Para quem realmente gosta dessa festa, deve preparar o bolso, sem esquecer que no final do mês tem uma outra despesa extra: o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano, inadiável. É um mês curto, com  apenas 28 dias, e tem os fins de semana e os feriados de Carnaval. Prepare seu bolso. 


Juros

Volto a lembrar que as taxas de juros praticadas no Brasil são reajustadas mensalmente pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Elas já ultrapassaram dois dígitos (11.755) ao ano. Mas isso significa a chamada Taxa Selic (entre bancos). As do banco para o consumidor, no caso de cheque especial, chega a mais de 15% ao mês. O mesmo ocorre nos cartões de crédito parcelado. Todo cuidado é pouco!


Orçamento

Na próxima coluna oriento o leitor para elaborar um orçamento doméstico, com receita e despesa, como se fosse uma empresa: objetivando o lucro e reduzindo o consumo. Quem consegue seguir todas as regras, vai atravessar o ano, com tranquilidade, sem dívidas impagáveis e tendo ainda uma boa reserva financeira, na caderneta de poupança. 

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