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14 de Novembro de 2018

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Edição nº 802 / 2014

28/12/2014 - 09:35:00

MEIO AMBIENTE

Testes com animais
Uma parcela grande da população brasileira é contra o uso de animais em testes para desenvolver novos remédios. Uma pesquisa feita pelo Datafolha a pedido do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), entidade de pós-graduação para farmacêuticos, revelou que 41% dos brasileiros “discordam plenamente” dessa prática.Segundo o levantamento, só 36% concordam plenamente com o uso de animais pela ciência. Outros 18% concordam apenas parcialmente com essa aplicação. Para chegar aos resultados, foram entrevistadas 2.162 pessoas em 134 cidades por todo o país. As entrevistas foram feitas entre 24 e 25 de setembro deste ano.

Groenlândia

Um planeta mais quente tornará mais comum a formação de lagos no interior da Groenlândia, provocando um degelo mais imediato e uma elevação do nível do mar mais rápida do que se pensava anteriormente, afirmaram cientistas no último dia 15. As descobertas, publicadas na revista “Nature Climate Change”, preveem que os lagos vão se tornar duas vezes mais comuns nos próximos 50 anos do que são hoje e, ao se mover de regiões costeiras para o interior, podem ter um enorme impacto na forma como o manto de gelo derrete.


Rinoceronte branco 

Um dos seis únicos rinocerontes-brancos-do-norte do mundo morreu no final de semana passado em um zoológico de San Diego, nos Estados Unidos, deixando a espécie mais próxima da extinção, declararam autoridades do zoológico no último dia 15.Angalifu, que tinha cerca de 44 anos e estava sendo tratado de problemas relacionados à idade, morreu no domingo (14), de acordo com o Zoo Safari Park de San Diego.


PinguinsMilhares de pinguins estão na Antártica para a temporada de acasalamento. Estima-se que cerca de 20 mil deles estejam em uma única área, desafiando temperaturas congelantes. Os mais velhos cercam os mais novos - de nove meses e de cor marrom - para protegê-los.Eles saem em caça de alimentos – pequenos peixes de cinco ou seis centímetros. Os pinguins mergulham até quinhentos metros para encontrar estes peixes.


Superbactéria

Bactérias resistentes a grande parte dos antibióticos foram encontradas em um dos principais rios da cidade do Rio de Janeiro, o Carioca. Um dos locais contaminados é a foz do rio, no ponto em que ele deságua na Praia do Flamengo, que é frequentada por diversos banhistas e pescadores. A informação foi divulgada por cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).


Hidrogênio 

A Toyota começou a vender no Japão o primeiro veículo movido a hidrogênio que deverá ser produzido em série para o público geral. O carro, chamado Mirai (que significa “Futuro” em japonês), foi exibido no Brasil no Salão de São Paulo, em outubro e novembro passados. A maior fabricante mundial de veículos planeja manufaturar 700 unidades até o final de 2015 e ter vendido cerca de 400 no Japão, embora possa aumentar a produção se a demanda for maior do que o previsto.

Grand Canyon

Um raro fenômeno climático encobriu a vista do Grand Canyon, no estado norte-americano do Arizona, com uma densa camada de nuvens. A paisagem atraiu um número maior de turistas e curiosos a partir do dia 11. O fenômero persistiu até o domingo, 14. Acupuntura O paciente abre bem seus grandes olhos amarelos, mas fica em silêncio enquanto a acupunturista Edurne Cornejo insere quatro agulhas finas em sua perna. Trata-se de um paciente especial: uma coruja. E ela não é nenhuma novata nesse tipo de terapia.Há dois meses, essa corujinha da espécie Athene noctua machucou suas costas quando voou por engano para dentro do cano de uma chaminé em uma fábrica no leste de Madri. A cidade fica em um planalto montanhoso repleto de aves como essa.

Foto de cânion A foto acima acaba se tornar a mais cara da história, ao ser vendida na semana passada por US$ 6,5 milhões (R$ 16,9 milhões). O registro foi feito no interior do cânion Antelope, no estado do Arizona, nos Estados Unidos, pelo australiano Peter Lik, conhecido por suas fotos da natureza. Batizada como “Phantom” (fantasma, em inglês), a imagem ganhou esse nome por causa da forma humana “fantasmagórica” criada graças ao efeito da luz que incide sobre a poeira no interior do cânion.

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