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15 de Novembro de 2018

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Edição nº 800 / 2014

10/12/2014 - 19:26:00

Venda de ativos da Massa Falida do Grupo JL não ocorrerá este ano, dizem advogados

DA REDAÇÃO

Os ativos da Massa Falida do Grupo João Lyra ainda não serão vendidos este ano, como queriam os administradores da Massa Falida. A avaliação será contestada ainda na próxima semana, uma vez que em algumas indústrias não foram contabilizadas as canas que poderão ser vendidas por um bom preço, assim como algumas terras que não entraram na avaliação.Mesmo sem querer antecipar uma decisão, os advogados de João Lyra estão convencidos de que não existe a menor possibilidade de os ativos irem a leilão para pagamento dos débitos sem uma avaliação considerada justa.

O que se comenta, é que o Grupo João Lyra perdeu cerca de R$ 60 milhões porque as canas do Sudeste não foram vendidas no momento certo, o que poderá levar os administradores da Massa Falida a serem responsabilizados por essa fa-lha considerada gritante no meio canavieiro.Se houver a contestação, uma coisa é praticamente certa, não haverá a mínima possibilidade dos ativos irem a leilão ainda este ano. No caso,  a Justiça será provocada e ainda poderá decidir que outras empresas participem de novas avaliações.

Afinal de contas, comentam advogados ligados ao setor, o empresário João Lyra tem todo o direito de contestar as avaliações e os administradores, tendo à frente Carlos Franco, devem procurar resolver as pendengas para pagamento dos débitos aos seus credores, fazendo o melhor que puderem para o proprietário da Massa Falida.Nesse impasse, é quase certo que o leilão, se vier mesmo a acontecer, ocorrerá somente no próximo ano, depois de todos os trâmites legais na Justiça, exercendo a Massa Falida o seu direito do contraditório.

 Com esses novos fatos, somente depois da contestação, cujo prazo estabelecido foi de dez dias, é que se poderá ter uma visão mais ampla da ação, que será decidida pelo juiz da Comarca de Coruripe, embora no caso, havendo uma decisão em primeira instância e insatisfeito, JL pode ainda recorrer ao Tribunal de Justiça.  Assim, dificilmente alguém irá receber indenizações sem a venda dos ativos.

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