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22 de Setembro de 2018

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Edição nº 799 / 2014

03/12/2014 - 08:44:00

Gabriel Mousinho

As dificuldades de Renan

Ninguém pense que está sendo fácil o futuro governador Renan Filho escalar o seu secretariado. Faltam nomes, afirmam os mais próximos.Renan tem tido o cuidado de, paulatinamente, divulgar alguns nomes, como por exemplo o do jornalista Ênio Lins, secretário de Comunicação Social, bem aceito pela comunidade jornalística e de trânsito livre na área. Mas em outras áreas não está sendo fácil o futuro governador escolher nomes. Do seu time político, ou seja, do PMDB e partidos aliados, existem alguns restrições, mas que são tratadas a sete chaves.A maior preocupação é com a Secretaria de Defesa Social, a Educação, Saúde e a Fazenda. Esses são órgãos que Renan não pode errar sob pena de seu governo sofrer as conseqüências meses depois.O que se espera, é que o governador eleito acerte, para o bem do seu governo e consequentemente do povo alagoano.

Suicídio político

Embora alguns auxiliares de Rui Palmeira teime em negar, outros confidenciam que tentam incutir na cabeça do prefeito de que o município só sai da crise se aumentar o valor do IPTU. As cifras comentadas é que dar para estremecer qualquer contribuinte. Seria na faixa de 400%, a mesma que havia sido proposta pelo prefeito de Barra de São Miguel. Rui quer aumentar a receita de Maceió, mas deve colocar o pé no freio nessas propostas absurdas, que somente lhes trariam fortes dores de cabeça. Basta o aumento da taxa de iluminação pública que já chega às raias do absurdo.


A história é outra

Quem pensava que Alagoas iria desafogar com o projeto que reduz as dívidas dos Estados, aprovado recentemente, se enganou. A verdade mesmo, segundo revelou o governador eleito Renan Filho, é que a dívida será reduzida, mas o pagamento mensal, não. Ou seja, Alagoas vai continuar sangrando cerca de 50 milhões todos os meses do seu caixa para atender ao governo federal.


Arrumando

Mesmo afirmando e reafirmando que seus futuros auxiliares serão técnicos, já se fala no aproveitamento de Rosinha da Adefal que perdeu as eleições. Pessoas próximas ao futuro governador defendem o nome de Rosinha para o secretariado pela sua postura durante a campanha deste ano. Ah, bom.


Arrastão

A Operação Lava- Jato que tem colocado muita gente grande na cadeia, não está somente prejudicando a Petrobras, mas ao Brasil como um todo. Com as denúncias de saque do dinheiro público, até o estaleiro alagoano que seria implantado em Coruripe parece que está com os dias contados.

Sangue novo na CDL

A Câmara de Diretores Lojistas vai eleger sua nova diretoria no próximo dia 1º a partir das 18 horas. Sai o atual presidente, Wilson Barreto, com boa administração, e entra o engenheiro Fernando Azevedo, da Esmel, tendo como vice Alessandro Santos, atual presidente da Associação dos Lojistas do Shopping Maceió. Azevedo, engenheiro bastante conhecido e de competência comprovada, deve imprimir novo ritmo à CDL, aproximando cada vez mais o consumidor com a classe empresarial de Maceió. Fernando, que já exerceu cargos de direção na administração pública federal, é um consenso da categoria, com livre trânsito no comércio, na indústria e na área política.


Os doadores de campanha

Aos poucos a Operação Laja a Jato vai mostrando os nomes das empresas que participaram com generosas doações para a campanha política no Brasil e em Alagoas. A UTC é uma delas, seguida de outras de grande peso na economia brasileira, como OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Engevix, Mendes Júnior e Galvão Engenharia.


Na mosca

Como a coluna informou na sua última edição, o futuro governador Renan Filho iria escolher o nome do seu secretário de Comunicação entre os jornalistas Joaldo Cavalcante e Ênio Lins. Com um dos dois a Comunicação do Estado estaria em boas mãos. Dois profissionais de talento e de livre acesso à comunidade jornalística alagoana. Deu Ênio. Nossos parabéns.


Infra ou DER

Renan Filho deve indicar, até o dia 15 de dezembro, o nome do engenheiro Mozart Amaral para figurar na sua equipe, dentro da cota do deputado federal eleito Cícero Almeida. Ele será escalado para a Infraestrutura do Estado ou o Departamento de Estradas de Rodagem – DER.


Força de Wanderley

A indicação do titular da pasta da Saúde terá a participação decisiva do médico José Wanderley. Prestigiado, o cardiologista será o responsável pela indicação. Wanderley tem ouvido alguns colegas de profissão nos últimos dias.Novidade no secretariadoRafael Brito, genro de Otávio Lessa, Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, pode ser a novidade no secretariado de Renan Filho. Ele estaria na cota de Ronaldo Lessa, um dos precursores do Chapão nas últimas eleições.


Praticamente definido

Os assessores do governador eleito Renan Filho tentam esconder o jogo, mas a deputada Rosinha da Adefal deve mesmo ser a titular da Secretaria da Mulher, ao contrário da Assistência Social, como andam comentando nos bastidores. Rosinha será aproveitada não pelos poucos votos que conquistou, mas pela sua fidelidade ao Chapão.


Marx na área

O deputado federal Marx Beltrão deverá indicar o futuro presidente da Casal, em governos anteriores presidida por um membro da família. É um órgão que politicamente pode dar leite no bom sentido.


Sem entender 1

Ninguém sabe por que a Receita Federal não atua com tanta presteza com quem desvia bilhões de reais, ao contrário do pobre trabalhador assalariado. Para o simples contribuinte, basta um pequeno deslize, ou seja, uma má informação ou até mesmo algum esquecimento na hora de preencher a sua declaração de Imposto de Renda, para receber ligeirinho notificação com multas e juros extorsivos. Pelo visto, os computadores da Receita só identificam merrecas e não operações fraudulentas que giram em torno de bilhões de dólares, como no caso da Petrobras.


Sem entender 2

O COAF, órgão do Ministério da Fazenda criado para identificar grandes movimentações financeiras, parece que anda trocando as bolas. Enquanto um trabalhador passa pela burocracia para sacar 10 mil reais, informando a natureza da operação, os envolvidos na Operação Lava-Jato passeavam tranquilos pelos bancos carregando malas de dinheiro. Ou seja, dois pesos e duas medidas.


Sem entender 3

Se dependesse dos órgãos de fiscalização do governo federal e da Petrobras, o roubo da Operação Lava-Jato não teria sido descoberto. Para quem não sabe, a Operação teve como alvo um grupo de doleiros de Curitiba, cujas ações eram realizadas num posto de combustível, tendo ao lado um lava-jato. Coincidência ou não, no meio dos doleiros presos estava o delator Alberto Yousseff. Conclusão: se não fosse a Polícia Federal essa tropa ainda iria roubar o Brasil por muitos anos. Palmas para a PF.

Pra onde vai?

Um dos melhores quadros do PMDB, Luciano Barbosa deve ir mesmo para a Secretaria de Educação, acumulando suas funções com o cargo de vice-governador. A pasta da Fazenda também poderia ser outra opção do arapiraquense.

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