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17 de Novembro de 2018

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Edição nº 796 / 2014

12/11/2014 - 20:53:00

A eleição mais tumultuada que já testemunheI

José Arnaldo Lisboa - [email protected]

Eu já soube e já testemunhei fraudes em eleições, já votei em candidatos que se tornaram corruptos, já soube de urnas queimadas e desaparecidas na madrugada, já testemunhei e já soube da compra de votos, já fui mesário em várias eleições e já ouvi milhares de promessas não cumpridas.

Como se vê, eu já estou tarimbado em eleições. Nos últimos anos, inventaram umas tais de urnas eletrônicas, exatamente, para tornar o nosso Sistema Eleitoral, o mais corrupto do mundo. Vejam que os Estados Unidos, a Alemanha, a França, a Rússia, a Itália, a Argentina e outras Nações, não querem nem saber das urnas do TSE-Tribunal Superior Eleitoral. Zombam da gente, quando falando das urnas brasileiras, aprovadas pelo mesmo Tribunal.

Nenhum país civilizado do mundo, confia nelas, porém, o nosso teimoso Brasil, gosta delas e com elas deita e rola. Essas urnas eletrônicas, são advindas de micro-computadores, que se baseiam em programas do tipo “Excel” e “Access”, para suas programações. Com eles, qualquer curioso em Informática, pode bolar uma urna eletrônica, como fez a feliz empresa que o vendeu ao TSE, certamente, por uma fortuna.

Na prática, uma urna preparada pelos técnicos, pode registrar os nomes dos candidatos, pode mostrar suas fotografias, pode registrar seus números através de um teclado e, no fim da votação, é possível sabermos quem votou em branco ou anulou o voto. Paralelamente, as urnas vão somando os votos e, minutos depois, elas podem dar o total de cada candidato, em cada urna, com os votos nulos e os votos em branco. Como a pressa é inimiga da perfeição, as urnas do TSE pecou por não ter, antes, testado todas as urnas e todos os “registradores de impressões digitais”. Nas eleições passadas, o Brasil não deu muita importância ao pleito, fazendo tudo como se fosse para escolher uma porta-bandeira da Escola de Samba do Carnaval.

Por causa da desorganização desse 2º turno, nenhum País quis testar as “quebradeiras” urnas brasileiras. Foram trocadas mais de 20.000 urnas quebradas, parecendo que isto fizesse parte de um “esquema” de trocas, o que foi um verdadeiro absurdo. Ora, se as urnas eram tão frágeis, elas não deveriam ser trocadas, nunca, já no transcorrer das eleições, como aconteceu. Que empresa é essa que não sabe fazer uma simples urna eleitoral? Como vocês sabem, se não fossem as fotografias, a nossa urna eletrônica

, poderia ter sido substituída por qualquer calculadora vendida no camelô, por qualquer Cr$ 10,00. O sistema de computação de uma calculadora é o mesmo de uma urna eletrônica. Então, por que, os demais países não querem nem ouvir falar nas urnas do TSE?  É simples. Tudo que uma urna pode fazer, sempre tem o comando do homem que fica por trás da máquina. O homem, como os técnicos, possui os mesmos defeitos do ser humano e, por isso, pode transmitir a corrupção para as urnas.

Um ser humano pode burlar uma programação de um computador, pois, pode trocar o nome de um candidato e pode fazer com que nós troquemos os seus nomes, já que o homem é quem dá as ordens para tal.  No dia das eleições, muitas pessoas ao chegarem à cabine de votação, já tinham votado em seus lugares.

Também, não foram checados todos os “leitores de impressões digitais” que, quebraram logo no início das votações, como sendo peças, propositadamente, quebradas. O que houve? Para lisura das eleições, todas as urnas deveriam ter sido checadas, vistoriadas e conferidas. Com a estranha quebradeira das urnas, aconteceram milhares de trocadas, por sinal, muito estranhas! Sei não......!!!!!

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