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Edição nº 795 / 2014

04/11/2014 - 19:52:00

Muito cuidado com as urnas que são trocadas

José Arnaldo Lisboa - [email protected]

Os senhores Ministros do TSE-Tribunal Superior Eleitoral, estão dizendo para toda a imprensa, para os candidatos e para os eleitores, que o Brasil é o único país do mundo, a fazer uso de urnas eletrônicas nas suas eleições e que, elas são “seguras e invioláveis”.

Dizem que nós estamos à frente dos Estados Unidos, Inglaterra, China, Rússia, França e Alemanha, pois, temos tecnologia de ponta e de primeiro mundo. Desde que eu me interessei pela Informática, passei a aprender algumas besteiras com ela e fiquei sabendo que qualquer programa de computador, como por exemplo, o “Excel” e o “Access”, são capazes de fazer, inclusive, os “sabichões” brasileiros. Um programa de computador, pode escolher e digitar os números dos candidatos, podem apresentar suas fotografias, e podem no final das apurações, totalizar os votos, em poucas horas.

Para um computador, “isso é besteira”! Então, por que os demais países ainda não adotaram “a grande invenção” do Brasil?  Com computadores, já houve até interferência deles no Pentágono, nos Estados Unidos, o lugar que deveria ser o mais seguro do mundo. O Brasil já foi vítima de computadores, quando no Senado houve modificação de resultados de votação, “na própria urna eletrônica” do Poder.

Já houve interferência de computadores, em Bancos e até a Presidenta da República já foi vítima deles, recentemente, em quebra de sigilo, pelos Estados Unidos. Técnicos em Informática, inclusive, podem facilmente, modificar um programa de uma urna eletrônica, para dar a vitória à este ou àquele candidato. As urnas são como qualquer computador e as pessoas podem “bolar” um programa para elas. O perigo das urnas eletrônicas, está no próprio ser humano.

A carne é fraca e os Técnicos em Informática, também, podem ir na onda. Ora, as urnas são levadas, até em barcos da Amazônia, para lugares distantes e, seria necessária uma rígida e “especial segurança”, diante do grande perigo que acontece, quando uma urna “quebra” e fazem a troca por outra, coisa que não deveria acontecer, em nenhuma hipótese.

Logo no início das votações, às 9 horas, eu ouvi quando o TSE disse que já tinham sido trocadas 3.238 urnas defeituosas. Imaginem quantas foram trocadas, no fim no dia!. Ora, que tecnologia é essa que, as urnas quebram-se logo no começo da votação? E fica por isso mesmo, num assunto tão importante que é uma eleição? Mesmo sem serem perfeitas, as urnas não deveriam nunca quebrar.

Isso não deveria acontecer, nem mesmo em eleição de Sindicatos e de Escolas de Samba! Por que a totalização foi tão rápida e não aos poucos, como sempre foi? Por que, tanta pressa? Por que não esperaram pelo Acre, já que todos os acreanos estavam no fim da tarde?  Por que só às 20 horas é que deram os resultados finais, de uma só vez? Para mim, esse negócio de milhares de urnas defeituosas, não “cheirou bem!”.

Afinal, para que as impressões digitais? Quem vai saber que a impressão digital é, mesmo, da Dona Maria? Quem vai comprovar que fui eu mesmo que votei, entre milhões de impressões digitais? Hoje, já não pedem recontagens de votos, coisa que era muito importante para os candidatos, como já aconteceu em Alagoas. Sabem por que os demais países não querem as urnas do Brasil? Eu sei .....!!!;


Em tempo – Eu tenho uma excelente leitora dos meus artigos que é a dra. Maria das Graças Mendonça Nobre. Que bom! 

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