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21 de Setembro de 2018

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Edição nº 795 / 2014

04/11/2014 - 19:15:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

As dicas continuam!

Nada muda na coluna com a reeleição da presidente Dilma Rousseff. A economia vai continuar do mesmo jeito, juros altos e inflação controlada, para não chegar aos dois dígitos anuais, como vem ocorrendo em nossos vizinhos Argentina e Venezuela. O dólar, também flutuando para cima ou para baixo, mas sempre valendo o dobro do real, o que é salutar para um país altamente competitivo como o Brasil.

Lembro apenas que no final do governo tucano, a moeda americana valia o triplo da nossa e isso prejudicava consideravelemente os importadores, beneficiando os exportadores, claro. Assim, as dicas para economizar, continuam: mudar hábitos de consumo, não se endividar com cartões de crédito, cheque especial e empréstimos. Ao se dirigir às comprar, leve a lista, e só compre mesmo o que estiver anotado e depois de pesquisar muito, optando obviamente pela compra à vista. Nunca compre alimentos pelo crediário para ir pagando o mínimo, pois o valor vai crescendo, sempre acrescido de mais juros, taxas, multas. O juro do cartão é superior ao cobrado até mesmo pelos agiotas. Fuja disso!


Sem retorno

Ninguém imagine que a inflação vai disparar. O Brasil entrou definitivamente na globalização da economia, altamente competitiva, com inflação baixa e um trunfo juro alto, para frear o consumo, assim como fazem os países ricos do chamado Primeiro Mundo. Com o Plano Real, em vigor há 20 anos, não existe mais como congelar preços e salários, zerar a inflação, confiscar a poupança ou criar uma nova moeda. DisciplinaSeja um consumidor disciplinado, consciente da importância de economizar, evitar o acúmulo de dívidas e terminar mesmo chegado o dia em que não tem mais como pagar o que deve. Aprenda que só se pode assumir compromisso com dívidas usando apenas 30% de sua renda. Se ultrapassar esse teto, não tem retorno: terá sempre muito sacrifício para conseguir sobreviver. 


Nosso código

O Código de Defesa do Consumidor existe há mais de 20 anos, e mudou o País. Antes, tínhamos a Sunab para fiscalizar os preços que aumentavam diariamente, exigindo que o governo adotasse o congelamento de preços e salários. Faltou comida nos supermercados, exatamente porque o comerciante queria lucro, escondia a mercadoria e só vendia com o preço bem maior. Os quatro que existiram, não deram certo. Chegou o Plano Real e tudo mudou. Os preços estão livres, a concorrência aumentou e o consumidor pode pesquisar, e só comprar o que estiver mais barato. 


Continue poupando

A caderneta de poupança vai continuar rendendo a inflação e mais 6% ao ano. Portanto, é lucro para o poupador. Então, fique com ela. Pode esperar para comprar o que sonha, sacar quando precisar, comprar à vista e ainda conseguir um bom desconto na loja. Mas só pode fazer isso, quando realmente tiver neessidade do que vai comprar, e tenha terminado de pagar a dívida da compra anterior. 

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