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24 de Setembro de 2018

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Edição nº 793 / 2014

21/10/2014 - 13:55:00

POR DENTRO DO ESPORTE

João de deus [email protected]

Momento da decisão

CRB x Madureira jogam neste sábado no Rio de Janeiro. É o primeiro dos dois jogos que decide uma das quatro vagas da Série B de 2015. O Galo foi segundo da chave A na fase anterior e o time carioca 3º no B. O segundo clássico da decisão será em Maceió.

Confiante

O CRB a estas horas da sexta-feira deve ter desembarcado no Rio. É precaução anti-surpresa. A comissão técnica e os jogadores estão confiantes na presença da torcida no campo. Por ser jog fora é clássico de 6 pontos. Outra atenção tem a ver com a condição do gramado.

Idade não pesa

Kaká, 32 anos, mostra condicionamento físico excelente para suportar os 90 minutos de jogo.  No São Paulo, com atuações merecedoras de elogios, deu pinote para estar na seleção que Dunga começa a montar. Jogou bem ao entrar nos amistosos recentes da seleção na China e Cingapura. Diz: “Me preparei bem para isso”.


Ainda Kaká

No jogo pela seleção brasileira contra o Japão e antes na vitória sobre a Argentina, foi só sorrisos de felicidade. Fez lembrar a reestreia no São Paulo depois de anos na Europa e comentou : “Passou pela cabeça um filme da minha carreira”.  É craque, se cuida e tem carisma. 


Zagueiro artilheiro 

“Sempre é bom fazer gol”. Frase é de Amaral, zagueiro do Goiás que vez ou outra tira uma de atacante e faz gols. É bom na conclusão de cabeça aproveitando bola lançada na área. Soma 4 gols na relação dos goleadores do Brasileiro na Série A.

Vaidade

Visual comum hoje nos gramados é jogador expondo vaidade também nos pés. São as chuteiras multicoloridas ou com adereços que atraem atenção no visual, ganha foco da televisão e torcedores acham natural, independente do jogador ser ou não famoso. Mas estes, obvio, têm patrocinio.


À flor da pele

Torcedores que se agrupam em mesa de bar para assistir jogos do Campeonato Brasileiro, independente da Série, começam a expor preocupação no quesito classificação pela tabela começar a colocar rodadas em contagem regressiva. A deste fim de semana é 28. Vão estar em jogo só 27 pontos para decidirem o destino de 2015.


Parou por quê?

O Cruzeiro levou um chega pra lá do Flamengo no Maracanã na rodada da semana passada. Foi a segunda derrota seguida com placar que teve certa dosagem de exagero para um time que lidera a Série A (3 x 0)  O time mineiro lidera com 56 pontos e em 2º vem o Internacional, com 50; 3º, São Paulo, 49; 4º, Atlético Mineiro, 47; e, 5º, Grêmio, 46.


Alagoas citada

Gabriel, que marcou no Maracanã o terceiro gol do Flamengo contra o Cruzeiro, líder da Série A, fez jogada de craque e citou Alagoas na entrevista à TV Premiere. Foi um alô para São Miguel dos Campos e motivo a esposa e o filho estarem na ocasião passando uns dias na casa de parentes. Na quarta-feira contra o ABC gol foi dele. 

Interessante

“Sem Neymar jogando até onde a seleção brasileira pode chegar no ranking da Fifa?”. Quem faz a pergunta é o comerciário Marcos Oliveira e resposta é para o futuro. Questão puxada por Vicente Manoel Santos pós amistoso da terça-feira e teve em conta fragilidade dos japoneses. 


Sem novidade

Retorno de Dunga à seleção brasileira oferece otimismo para o torcedor pelo somatório de mais um título internacio-nal e estar invicto nos amistosos  recentes com Argentina (Pequim) e o Japão (Cingapura). Contra a seleção japonesa o placar favorável foi natural em função do diferencial técnico dos jogadores e Neymar em dia especial..

Torcedor concorda

Ainda Gabriel: “Quem joga profissionalmente e veste camisa de time grande sabe bem que futebol não é fácil”. Dá como dificuldades habituais a pressão de torcedores, que define como terrível, e pessoas que fora do campo tentam criar problema. Torcedores não refutaram. Apenas sorriram.


Esquema de fogo

O Flamengo tem com Vanderlei Luxemburgo um sistema de jogo que “entendidos” observam como proposta para surpreender o adversário. Começa o jogo ofensivo para abrir placar e feito isso e jplacar na frente, fecha a defesa e tenta ampliar placar no contra-ataque. Foi assim contra o Cruzeiro e venceu.

Bola da vez

“Brazuca”, bola brasileira usada na Copa do Mundo, criada por um paraibano, começa a rolar pelos gramados dos estádios mundo afora, inclusive europeus e dentre eles Alemanha, atual campeã mundial. Foi ela que rolou nos gramados em dois amistosos recentes do Brasil.


Cai na rotina

No Brasil cai na rotina atos de agressividade de técnicos para pressionar arbitragens, alguns até de dedo em riste. Um mau comportamento que ins-tiga atos desrespeitosos de jogadores e cujo resultado é observado no vazio das arquibancadas até em clássicos de rivalidade tradicional.

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