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24 de Setembro de 2018

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Edição nº 793 / 2014

21/10/2014 - 13:17:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Sem medo da inflação

Indepentenemente de quem seja o presidente eleito, a inflação vai continuar sendo controlada pela atual política econômica: juros altos, para inibir o consumo e câmbio flutuante, com o dólar sempre valendo o dobro do real. Os programas sociais, também não mudam. Podem ser mais aprimorados e fiscalizados, o que é óbvio, exatamente porque existem pessoas comprovadamente carentes, que não têm acesso a esse benefício do governo, enquanto outras, que não precisam, recebem. Ao consumidor, só resta mesmo continuar “apertando o cinto”, economizando ao máximo, consumindo apenas o necessário e jamais e endividando, pensando no longo prazo, pagando prestações, querendo sempre mais e terminando mesmo sem conseguir quintar. Assim, esqueça as facilidades do crédito, compre mais à vista, ou a prazo, pagando em dia, só comprando o que quer, quando pagar o que deve.

 Emprego

Preserve o seu, cumprindo suas obrigações de empregado assalariado, com carteira assinada, carga horária que deve ser cumprida à risca, sem necessariamente “bajular” o patrão, passando por cima dos colegas para conseguir subir na vida. O nível de desemprego no Brasil não é tão alto como em países europeus que ainda se encontram em crise econômica desde 2008. 


Disciplina

Seja um consumidor discipilinado, consciente dos seus deveres e obrigações, seguindo o orçamento doméstico, anotando tudo que entra e sai, não comprar por impulso, mesmo sendo promoções e procurar acima de tudo, ter uma reserva financeira para qualquer emergência. 


Pesquisando

Ao se dirigir ao comércio para comprar o que realmente está precisando, vá com tempo suficiente para visitar as lojas, conversar com os vendedores, pechinchar e só comprar quando tiver certeza de que fez uma boa economia. E à vista, claro. Com descontos especiais. 


Cartão

Use o seu cartão de crédito, dentro do seu poder de compra. Ou seja: compre com a certeza de que vai ter condições de pagar o valor total da fatura em 30 dias,  jamais amortizando (pagando o valor mínimo), pois a dívida vai crescendo e chegará ao ponto de você não conseguir mais pagar. 

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