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22 de Setembro de 2018

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Edição nº 790 / 2014

30/09/2014 - 18:36:00

Gabriel Mousinho

Infidelidade partidária

Ninguém entende o que está se passando na campanha política em Alagoas no que toca à infidelidade partidária, tanto combatida pela Justiça Eleitoral. A coisa virou uma zona, como se diz na gíria e tudo que é candidato não está nem aí para os seus partidos.A situação é tão gritante, que lideranças políticas abraçaram candidaturas de outras coligações, participam de carreatas, caminhadas e comícios sem que tenham qualquer advertência das próprias instituições. Não estão nem preocupados de que poderiam perder o mandato pela infidelidade partidária.Esta campanha é atípica, concordam muitos candidatos. Mas até agora ninguém foi denunciado no Tribunal Regional Eleitoral. O que tem ocorrido, naturalmente da boca pra fora, é alguns partidos, a serviço de candidaturas majoritárias, ameaçar lideranças de que poderiam perder o mandato. Mas só isso. Na prática, nem pensar.

Revoada

Ao contrário do que andam boatando por aí, é grande o número de insatisfeitos dos adversários do senador Biu de Lira. Muitos já estão mudando de lado pelo desempenho do candidato do PP nas pesquisas de intenção de votos que estão sendo realizadas.


Terrorismo eleitoral

Como o terreno está cada vez mais arenoso, a onda agora é espalhar que a eleição já está ganha e que o Biu perdeu a corrida para o governo do Estado. Naturalmente, sem combinar com o povo.


Terrorismo eleitoral 2

Enquanto jogam dúvidas sobre a fidelidade do deputado Jefferson Moraes com a coligação de Biu de Lira, o candidato ao senado pelo DEM, Omar Coelho e outros candidatos proporcionais, continuam firmes e fortes no projeto em defesa do nome do senador que concorre ao governo.


Terrorismo eleitoral 3

A destruição de placas do senador Fernando Collor que concorre à reeleição em Alagoas é um ato antidemocrático, de vandalismo e de quem teme que ele continue no Senado. Collor tem mantido a dianteira na corrida ao Senado.


Silêncio

Os principais órgãos de comunicação do Estado têm tido certa amnésia, quando o assunto são denúncias graves contra per-  sonalidades políticas do Estado. Numa campanha bastante disputada, ocorre tudo em Alagoas.InquietaçãoA subida do senador Biu de Lira nas pesquisas tem inquietado e acendido a luz amarela nos adversários. Uma das principais queixas que chegam à cúpula da coligação é de que existe muito cacique para poucos índios. 


Murici sem oposição

A oposição emblemática que durante muitos anos atuou com firmeza no município de Murici, capitulou de vez. O vereador Plínio Batista, antigo ferrenho adversário da família Calheiros, bandeou de vez para a campanha de Renan Filho. Diz um velho ditado, de que quando não se pode com um inimigo, o melhor é aliar-se a ele. Foi o que fez.


Fora de tempo

O governador Téo Vilela está perdendo uma grande oportunidade de ficar de fora destas eleições. Resolveu gravar para defender o seu candidato Júlio Cezar, que não consegue decolar na campanha para o governo. Júlio Cezar, porém, acha que forçará um segundo turno nessas eleições.


Em defesa de Diógenes

O episódio que envolveu o advogado Diógenes Tenório, na semana passada, certamente foi um ato precipitado dos policiais que faziam blitz em Maceió. Para quem conhece Diógenes, sabe perfeitamente que ele é um gentleman, sério, decente e que sempre foi avesso à violência.  A polícia do atual governo precisa e urgentemente, separar o joio do trigo.


Sem resultado

A prefeita Célia Rocha, de Arapiraca, prometeu apoio a Ronaldo Lessa, mas, na prática, não tem se empe-nhado muito na sua candidatura. Para se ter uma ideia, toda Arapiraca sabe que o seu filho, vereador no município, tem dado uma ajuda grande à Rosinha da Adefal.

Situação e oposição

A campanha majoritária está de vento em popa. Em alguns municípios um candidato ao governo não quer nem saber. Se alia à situação e a oposição. Também não discute as condições de apoio.


Já ganhou

O clima de já ganhou do candidato Renan Filho tem tomado conta da tropa de choque do candidato. Talvez pelo poderio imprimido nos últimos dias pelo senador Renan, que se licenciou do Senado para entrar de corpo e alma na campanha.


Quase em dia

O prefeito de Barra de Santo Antônio, Rogério Farias, disse que está havendo algum engano sobre o pagamento do funcionalismo no município. Ele disse que não é verdade a informação de que estaria em débito com os servidores em três meses. Há um atraso, sim, de poucos dias de certa categoria, mas que será resolvido até o final do mês, disse Rogério.


Voto caro

No Guia Eleitoral tem de tudo. Até denúncias de que o voto está sendo vendido a 100, 200 e até 300 reais. Bem que a Polícia Federal poderia procurar saber do candidato informações mais detalhadas do processo de corrupção.


Plano Bresser

A Associação dos Aposentados da Ceal está perplexa com a justificativa do Sindicato dos Urbanitários de que foi ele o patrono de algumas medidas para pagamento do Plano Bresser. Inclusive dos contatos com o deputado Judson Cabral e com o senador Renan Calheiros. Para a diretoria, o Sindicato está pegando bigu, já que nada fez pelos servidores durante estes 25 anos de espera.


Plano Bresser 2

Pelo visto, inclusive da pasta que o senador Renan Calheiros entregou ao Ministro Edison Lobão, num encontro em Brasília, alguém está se aproveitando da história. Dias antes a mesma pasta foi entregue pela diretoria da Associação ao presidente do Senado 

Traição em dose dupla

1Ninguém tinha dúvidas de que a família Vilela apoiaria Renan Filho para o Governo do Estado. Dias atrás foi descoberto que lideranças políticas estavam sendo empurradas pelo irmão do governador, Elias Vilela, para os braços dos Calheiros. Na última semana Pedro Vilela, o sobrinho preferido de Téo, candidato a deputado federal, foi flagrado  fazendo uma caminhada em Passo do Camaragibe em companhia de Renan Filho e Fernando Collor de Mello.

2Tucanos de carteirinha, o sobrinho e o irmão de Téo não querem nem saber da candidatura de Júlio Cezar, que aceitou a empreitada de sair candidato ao governo com o apoio do governador. 

Candidatos folclóricos

Como ocorre em toda campanha política, alguns candidatos, com chances quase zero nas eleições, tentam conquistar o eleitorado com nomes exóticos. Para se ter uma ideia, alguns se apresentam com nomes como Severino do Chapéu, Galego do Mármore, Givaldo Titito, Kinho do Rodo, Cida do Bolo, Beto do Cabelo, Brama do Forró, Zebrão e até Jhow Maclaren.

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