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24 de Setembro de 2018

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Edição nº 790 / 2014

30/09/2014 - 18:31:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Sua lista de compras

Nada mais economicamente correto, do que levar uma lista de compras para o supermercado, quando for realmente fazer as compras de alimentos, material de limpeza e higiene. No caso do casal, deve cumprir essa tarefa o mais disciplinado, que segue à risca o que deve comprar de necessário para o consumo mensal da família. O outro, fica em casa. Crianças, jamais devem fazer parte dessa rotina. Elas costumam “armar um escândalo” quando querem colocar algo que não se encontra na lista. Essa maneira, deve se tornar rotineira para quem entende de economia, consciente da crise que já assola nosso País, fruto da gastança do governo, da abertura total do crédito, da queda na produção e da elevação da inflação. Isso exige do consumidor “economia de guerra”, minimizando os custos e aumentando os lucros, que é a base da empresa, significando na economia doméstica, que se deve diminuir as despesas e procurar poupar, qualquer valor, que vá formando uma reserva financeira para alguma emergência. 


Orçamento

No início de 2014, orientei os leitores para a necessidade de um orçamento doméstico, anotando tudo que entra e sai da renda mensal, se conscientizando de que jamais deve assumir compromissos financeiros superiores a 30% do salário. Existem as despesas fixas (pagamentos de contas) e as do dia-a-dia, que são aquelas que podem receber alguns cortes. Seguindo essa regra, vai conseguir sobreviver com mais tranquilidade. 

Fuja dos juros

As taxas de juros para o consumidor, praticadas no Brasil, são as mais elevadas do mundo. Mas o governo faz isso para controlar a inflação no patamar de menos de 10% ao ano. Só que na outra ponta, incentiva o consumo, via crédito fácil, com prazos longos de pagamento, como o Crédito Direto ao Consumidor e o imobiliário. A taxa cobrada pelas administradoras de cartão de crédito e os bancos com o cheque especial, beira os 20% aos mês, um verdadeiro “suicídio financeiro”. Fuja disso! Só compre à vista ou no crédito, para pagamento da fatura em sua totalidade, jamais amortizando.

 Energia

A próxima conta de energia, já vem acrecida de um reajuste de 30%. Se o consumidor pagava R$ 100,00, passará a pagar R$ 130,00. O que fazer? O óbvio, reduzindo o consumo, principalmente dos eletrodomésticos que mais consomem, como: chuveiro elétrico, ferro de engomar, ar condicionado, máquina de lavar. Mas faça a economia até mesmo com a própria lâmpada, apagando no momento em que sair do ambiente. É só mudar seus hábitos de consumo. 

Novos aumentos

A ciranda de preços é visível. E agora com esse aumento de energia, tudo vai acompanhar, já que é um serviço necessário a indústria, que terá de repassar para os produtos e consequentemente ao consumidor final. Portanto, “aperte o cinto”, economize ao máximo no seu dia-a-dia, mude de marcas, compre somente depois de muita pesquisa de preços, até encontrar o que for mais barato. 

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