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14 de Novembro de 2018

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Edição nº 789 / 2014

24/09/2014 - 07:21:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Fugindo das dívidas

Para escapar do endividamento, é necessário seguir as seguintes regras: planejar o orçamento, saber diferenciar o essencial do supérfluo, controlar os impulsos consumistas e resistir as tentadoras ofertas de crédito fácil, assim como utilizar de forma consciente o cartão de credito ou o limite do cheque especial. Não é nada difícil, mas não impossível. Quem gasta mais do que tem perde noites de sono, precisando se sacrificar para pagar multas e juros exorbitantes e ainda corre o risco de ter o nome incluído nos cadastros dos serviços de proteção ao crédito. Um dos aspectos básicos para não entrar em dívidas é ter clareza das armadilhas da publicidade, que cria falsas necessidades, levando as pessoas a comprar e gastar, muitas vezes, sem puder. Aliadas a oferta de produtos, em geral estão as tentadoras propostas de crédito fácil. Ao cederem a essas facilidades, os consumidores correm o risco de se comprometer com prestações que poderão exigir sacrifícios para equilibrar o orçamento ou acarretar muitos aborrecimentos quando não for possível honrar com os pagamentos nas datas estipuladas. LembrandoPara evitar esses aborrecimentos, com cobranças constantes, lembre-se de que dívidas devem ser feitas em casos de emergência ou de uma compra essencial, como a da casa própria - e, mesmo assim, devem ser muito bem planejadas. 


Especial

Um dos mais usados para pagar dívidas, é o cheque especial, “uma faca de dois gumes”. Os juros cobrados, ultrapassa até mesmo o porcentual cobrado pelos agiotas. Só utilize mesmo, quando tiver certeza de que no dia exato de “cobrir” o valor, terá dinheiro no bolso. Caso contrário vai ficar sempre no prejuízo, com juros e multas.  

Supérfluo

Você já parou para pensar se tudo o que compra é mesmo indispensável para sua vida? Ou já analisou que, muitas vezes, o descontrole financeiro é desencadeado por não saber separar, nessas compras, o essencial do supérfluo. Só compre mesmo no primeiro caso. Jamais por impulso, mesmo sendo promoção. 

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