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21 de Setembro de 2018

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Edição nº 787 / 2014

10/09/2014 - 08:25:00

MEIO AMBIENTE

Baixo São Francisco

A situação da região ribeirinha do lado alagoano do Baixo São Francisco será descrita em um relatório a ser divulgado em breve pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA). O documento será produzido a partir de depoimentos feitos por ribeirinhos e com resultado de análises feitas em amostras de água coletadas durante uma expedição realizada pelo órgão na semana passada. A ideia da equipe que realizou o trabalho era fazer um levantamento no local. “O objetivo desse trabalho é observar os impactos causados pela redução da vazão de 1300m³/s para 1100m³/s, há pelo menos um ano e meio, e ter mais embasamento nas ações realizadas na região ou poder cobrar mais ações aos órgãos responsáveis, nos fóruns específicos de debate”, comentou Adriano Augusto, diretor-presidente do IMA.

Sensibilidade

A forma como os primatas enxergam as cores – com mais ou menos detalhamento – pode ter relação com sua necessidade de detectar os predadores na natureza. A conclusão, de um estudo feito no Laboratório de Ecologia Sensorial da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e apresentado no dia 28 em um simpósio na XXIX Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimetnal (FeSBE), em Caxambu, Minas Gerais, ajuda a entender por que os primatas das Américas e do Velho Mundo veem cores de forma diferente.

Inpe 

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou no útimo dia 22, dados do sistema Degrad, que analisa imagens de satélite da região amazônica para avaliar a área de floresta degradada. Por degradada entende-se a floresta que não foi totalmente destruída (corte raso). O levantamento do Inpe traz dados referentes aos anos de 2011, 2012 e 2013 e aponta, respectivamente, áreas de 24.650 km², 8.634 km² e 5.434 km² de mata degradada em diferentes estágios. Somados, os três anos totalizam 38.718 km², que é uma área um pouco menor que a do estado do Rio de Janeiro, que tem 43,7 mil km². O estado com maiores índices de degradação foi Mato Grosso.

Bebê gorila

Uma foto divulgada no dia 29 de agosto, pelo Zoológico de San Diego, nos Estados Unidos, mostra Joanne, um bebê gorila de 5 meses, dividindo uma couve com sua mãe, a gorila Imani, e imitando seus gestos.Segundo o zoológico, Joanne já deve ter cerca de oito dentes, o suficiente para que ela possa mastigar frutas e vegetais. A principal fonte de alimentação dos gorilas bebês vem do leite materno, mas os filhotes da espécie costumam ser curiosos a respeito do que suas mães comem, e tendem a copiar suas atitudes, como pegar e mastigar os vegetais.


Superpopulação de capivaras

Após reclamações frequentes sobre a superpopulação de capivaras nas plantações, os produtores rurais de municípios da Região Serrana no Espírito Santo se reuniram para encontrar uma solução para o proble-ma. Os animais costumam comer as plantações e destruir a produção dos agricultores. Para a veterinária Mônica de Alvarenga, uma das alternativas é esterilizar os machos dominantes, que cruzam com um número maior de fêmeas.

Crocodilo

As autoridades dos EUA acreditam ter capturado o crocodilo “Pancho”, como era conhecido o animal que vivia nos canais no bairro de Gables, no sudoeste de Miami. “Acreditamos que seja o crocodilo que estávamos procurando”, disse à AFP um porta-voz da Comissão de Conservação da Pesca e Vida Silvestre da Flórida (FWC, por sua sigla em inglês), George Pino.O animal, de 3,7 metros de comprimento e 140 quilos, morreu logo após ser capturado, segundo Pino.

Pedras que andam

Pesquisadores americanos conseguiram resolver um mistério científico que já durava décadas: as “pedras que andam” no Vale da Morte, no deserto de Mojave, na Califórnia.Algumas destas pedras chegam a pesar 300kg. Elas ficam em um lago seco, plano e rodeado por montanhas. Em algumas épocas do ano, este lago se enche com água da chuva, que evapora rapidamente.

Filhotes de puma 

Bombeiros de Montana, nos Estados Unidos, resgataram dois filhotes de puma que estavam escondidos sob um tronco pegando fogo durante um incêndio na Floresta Nacional de Bitterroot. No último dia 29, a equipe combatia as chamas quando ouviu o barulho dos animais vindo de baixo de um tronco que estava queimando. O fogo impediu a aproximação dos bombeiros, que tiveram que chamar um helicóptero para ajudar no resgate. A aeronave derrubou água no local, contendo as chamas.

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