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25 de Setembro de 2018

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Edição nº 787 / 2014

10/09/2014 - 07:52:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Seguindo o orçamento

Já estamos no último mês do terceiro trimestre de 2014, vigorando o absurdo reajuste de 32% na conta de energia elétrica. Injustificável e a prova de que quem sempre paga a conta dos gastos extorsivos do governo, é o consumidor. Como se já não gastassem os aumentos constantes de alimentos, material de limpeza e higiene, indispensáveis no dia a dia,agora chega mais esse. E vem mais por aí: combustíveis, telefone, água e outros serviços necessários. O que fazer? Seguir o seu orçamento doméstico, reduzindo ao máximo as despesas e sobrevivendo de acordo com o que se ganha. No caso da energia, o certo é reduzir ou não usar o ar condicionado, o chuveiro elétrico, a máquina de lavar, o ferro elétrico. São os eletrodomésticos que mais consomem energia. Jamais deixar a luz acesa no ambiente onde não tiver ninguém. Não abrir e fechar constantemente a geladeira e outros hábitos rotineiros. Pague em dia sua conta, evitando juros e multas. É um serviço necessário, caro e que pode ser economizado facilmente. É só ter discipina financeira. 


Dinheiro nosso

O que pagamos de impostos e taxas, vai diretamente para os cofres do governo (municipal, estadual e federa) e em ano de eleições, serve para compra de votos, propagandas caríssimas e aumentando a conta bancária dos políticos. Isso é milenar e todos nós sabemos. Não tem escapatória: faça a sua parte, gas-tando o estritamente necessário a sua sobrevivência. 


Juros

Fuja deles! São os mais altos do mundo. O governo brasileiro adota uma política econômica de juros altos, exatamente para controlar a inflação e endividar mais ainda quem usa o crédito. Quando anuncia o aumento da Taxa Selic em 0,5%, isso só serve entre bancos. No bolso do consumidor, chega a 19% ao mês quando se usa cartão de crédito parcelado ou cheque especial. 


Sem crédito

O melhor mesmo é não ter cartão de crédito, pois é uma tentação para comprar cada vez mais. O correto é cartão de débito. Você deixa o dinheiro no banco e vai comprando o que quer com o cartão, evitando usar o dinheiro em espécie no bolso,para não ser surpreendido por um ladrão. O cartão serve como esse dinheiro. Não paga juros, nada, apenas o que você usou para comprar. 

Pesquisando

O mais economicamente correto, é pesquisar preços antes de comprar. Mas isso, sem pressa. Escolher o dia que estiver realmente livre de trabalho para ir às compras, visitando todas as lojas, conversando com os vendedores, pechinchando e só comprando mesmo, quando tiver certeza de que fez uma boa economia. 

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