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24 de Setembro de 2018

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Edição nº 786 / 2014

03/09/2014 - 08:51:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Um legado de Getúlio

No último dia 24, Getúlio Vargas morreu pelo Brasil, se suicidando depois de sofrer humilhações de políticos opositores ao seu governo voltado exclusivamente para a classe trabalhadora e a industrialização. Foi o criador da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), do salário mínimo, da Companhia    Siderúrgica Nacional (CSN) e da Petrobrás, entre outras empresas estatais, que hoje só restou essa última, que ainda é uma das maiores do mundo. Ele governou o Brasil de 1930 a 1945 e depois entre 1951 e 1954, eleito pelo povo. Preparou o Brasil para o desenvolvimento econômico, alcançado logo em seguida com o Plano de Metas de Jk.A economia brasileira foi crescendo, chegaram os militares, que continuaram preservando as estatais, sempre com avanço nas áreas de petróleo, siderurgia, energia, telecomunicações e outras públicas. José Sarney,  começa a privatização, que cresceu mais ainda no governo de Fernando Henrique. A globalização iniciada pelos países ricos, chegou ao Brasil e não teve mais retorno. O Estado foi se afastando da economia, o socialismo foi derrotado pelo capitalismo, mas o legado de Getúlio continua sempre sendo lembrado por políticos corruptos que sabem que não existe mais qualquer chance de voltar aquela fase. 


A tecnologia

O homem vem, ao longo dos tempos, sendo substituido pelas máquinas. Desde a Re-volução industrial, até a era da informática. Uma usina de açúcar compra uma máquina colhetadeira de cana, que substitui cem traba-lhadores (cortadores). O mesmo ocorre com os bancos, o comércio, a indústria em geral. Só resta mesmo ao trablhador, se especializar cada vez mais, para lidar com a tecnologia. 

Inflação

O custo de vida explodiu exatamente na fase da chamada Nova República, com o então presidente José Sarney, que criou os planos econômicos de congelamento de preços e salários (Cruzado, Bresser e Verão). Chegou a década de 1990 e o então presidente Fernando Collor, decretou o confismo do mercado financeiro, não repassou para salários e poupança, os 84% de inflação mensal e o país entrou em bancarrota. Abriu a economia ao mundo, chegando aos montes, produtos importados, que vendiam “como água”, quebrado a indústria nacional, que não tinha como competir com os estrangeiros. 


Estabilidade

Só a partir do Plano Real, no governo Itamar Franco, a economia se estabilizou, com a inflação em baixa, mercado financeiro livre, sem congelamento de preços e salários. Continua assim. E não tem mais retorno. A não ser que haja uma quebradeira geral, como ocorreu nos EUA e alguns países da Europa, através da inadimplência do mercado imobiliário. 

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