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19 de Setembro de 2018

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Edição nº 785 / 2014

26/08/2014 - 08:09:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Pagando em dia

O índice de inadimplência, vem crescendo a cada mês, com maior intensidade na chamada classe média,que o governo petista inventou. Quem ganha acima de dois salários mínimos, para Lula e Dilma, já pode se considerar classe média. No meu entender como jornalista econômico, economista e professor, é classe pobre, cuja renda, não consegue sobreviver pagando aluguel ou prestação da casa própria, empréstimos consignados, cartão de crédito, energia, água, telefone e claro, alimentação. E aí, começa a trajetória para o “fundo do poço”. O que fazer? O óbvio, vivendo de acordo com o que ganha, procurando nunca comprar por impulso, esquecer as compras a prazo e quando não tiver mesmo condições de pagar, procurar o credor e negociar o débito, cumprindo o que prometeu, quitando e jurando, nunca mais se endividar. Crédito consigando, que é descontado em folha, não tem como não pagar. Mas aproveitar a margem de empréstimo e renovar, é burrice, e saber que não vai conseguir chegar ao final.  Se amortizar o cartão de crédito (pagando apenas o valor mínimo), é sinal de que essa dívida nunca vai acabar, exatamente porque sempre vai continuar comprando. 


Juros

Quando o governo anuncia a cada mês, após a reunião do Banco Central, que a taxa de juro aumentou meio ponto porcentual, siginfica que os juros entre bancos, subiram. É a chamada Taxa Selic. A que é cobrada no cartão de crédito, cheque especial e crédito direto ao consumidor, aumenta também e é infinitamente superior, levando o devedor a inadimplência. Fuja disso!

Supermercados

Jamais compre alimentação, material de limpeza e higiene, a prazo. Isso é despesa do dia a dia, que deve ser comprada à vista (dinheiro) ou cartão de débito.Jamais a crédito, pois você agindo assim, nunca vai conseguir se ver livre de dívidas. Esqueça as promoções e vá às compras com uma lista, compando apenas o  necessário para a sobrevivência em um mês. 

O lugar certo

Quem realmente quer economizar no ítem alimentos (frutas, verduras, legumes), deve se dirigir a uma feira livre, conversando com os vendedores, pechinchando e só comprando quando tiver certeza de que fez uma boa economia. Esqueça o calor, a gritaria dos vendedores e leve para casa um alimento saudável, principalmente quando tiver certeza de que não foi produzido através de adubos químicos. 


Em casa

Se você mora em casa, com quintal, aproveita para economizar mais ainda, fazendo uma horta caseira, comprando sementes, adubo orgânico, sentindo o prazer de plantar, colher e consumir. Você não terá aqueles tomates, pimentões, cenouras, pepinos e outros, imensos e coloridos, tudo produzidos com o verdadeiro veneno químico. Vai consumir o que realmente fará bem a sua saúde. 

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