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15 de Novembro de 2018

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Edição nº 785 / 2014

26/08/2014 - 08:04:00

SURURU

DA REDAÇÃO

Marina na cabeça

O consultor Maurício Costa Romão, articulista do jornal EXTRA, Master e Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois (EUA), autor de livros e de publicações em periódicos nacionais e internacionais, fez as seguintes projeções para este semanário:“A Macrométrica, consultoria do ex-presidente do Banco Central, Chico Lopes, elaborou um modelo estatístico que faz projeções sobre resultados de eleições presidenciais. Aplicando esse modelo à pesquisa do Datafolha publicada no dia 18/08 têm-se as seguintes projeções, caso as eleições se realizassem agora:
- Resultado final do segundo turno, em votos válidos (Dilma X Marina):Marina Silva 53,1%; Dilma Rousseff 46,9%.
- Resultado final do segundo turno, em votos válidos (Dilma X Aécio):Dilma Rousseff 53,3%; Aécio Neves 46,7%.
Observação: todos os dados são extraídos das intenções de voto da pesquisa. Há apenas uma suposição: a de que a soma dos votos em branco e dos votos nulos no segundo turno seja igual a 7% (em 2010 foi 6,7%, no resultado final das urnas no segundo turno).”

Dilma é um desastre

Só os petistas de carteirinha e alienados acreditam que a candidata Dilma Rousseff se saiu bem na entrevista ao Jornal Nacional concedida aos globais William Bonner e Patrícia Poeta. Qualquer pessoa - minimamente informada - que viu o JN não teve dúvida de que a entrevista foi um desastre. Dilma não disse nada com nada e ainda fugiu das perguntas sobre o Mensalão, maior escândalo da República gestado na cúpula do PT e parido no governo de Lula.


Negociatas do PT

Nas entrevistas anteriores, Bonner e Patrícia castigaram os presidenciáveis Aécio Neves, por um pequeno aeroporto construído na fazenda do tio-avô, e Eduardo Campos, pela nomeação da mãe, Ana Arraes, para o cargo de ministra do Tribunal de Conta da União (TCU). Esperava-se que os entrevistadores também fustigassem Dilma cobrando-lhe detalhes da negociata na compra da refinaria de Pasadena (EUA) e do superfaturamento da refinaria Abreu e Lima (PE). Nada disse aconteceu. 


Privilégio global

A legislação eleitoral exige tratamento igual para todos os candidatos, inclusive para Dilma, que disputa a reeleição. Ao contrário, o que se viu foi um tratamento diferenciado, a começar pelo fato de a entrevista ter sido realizada no Palácio do Planalto, não nos estúdios da TV Globo, em São Paulo, onde os dois primeiros candidatos foram entrevistados. Dilma foi entrevistada não como presidente da República, mas como candidata, e nessa condição não deveria merecer regalias. Os globais ficaram devendo mais esta à nação. 

Safra de corrupção

A presidente Dilma – no primeiro Guia Eleitoral – disse que precisa renovar seu mandato porque em 2015 será o ano da colheita. Só se for colheita da corrupção, da roubalheira,  do atraso e de tantas outras falcatruas plantadas nos 12 anos do petismo.  


Biu não resolve

Na falta de propostas concretas para tirar Alagoas do atoleiro social, o candidato Biu de Lira prefere usar e abusar da tragédia que vitimou o presidenciável Eduardo Campos.  Deveria ao menos apresentar projeto para superar o atraso na Educação que ele pró-prio comandou por quatro anos. 


Dilema do alagoano

Votar no velho para o filho mandar e desmandar, ou votar no novo para o velho governar? 


A paz dos Garrote

Acusada de crimes de pistolagem, a candidata Ângela Garrote, do PP de Biu de Lira, apareceu no horário eleitoral prometendo lutar contra a violência no Estado caso se eleja deputada estadual. Seu filho Arlindo Garrote, prefeito de Estrela de Alagoas, também é acusado de crime eleitoral, violência e outras patifarias. 


Garrote 2

No julgamento de mérito que manteve Arlindo Garrote no cargo, segunda-feira, no TRE, quem estava lá: Djalma Lira de Jesus, tio do prefeito e preso em 2006 suspeito de ligações com o PCC.

“Ó MORTE, TIRANA MORTE, EU DE TI TENHO MIL QUEIXAS,

 - roubas a vida com a maior sem- cerimônia, com sanha aleatória e ausência total de previsão consequencial para a vítima e seus circunstantes, como fizestes com Eduardo Campos, talvez a maior esperança de transformação da política brasileira na busca de um ambiente decente, sem corrupção, sem Pasadena, Mensalões e uma plêiade extraordinária, nunca dantes vista neste país, com Delúbios, Dirceus, Pizzollatos, Youssefs, J.P.Cunhas, Rosemeries, Gabriellis, Cerverós, Lulas, Lulinhas e Lulões, com faxineiras sem vassouras, André Vargas e Roberto Costa, demolidores da Petrobras, leva-me a completar o verso, por teres atingido justamente quem o país precisava para renascer, o que faço com os dois últimos parágrafos a seguir:


QUEM HÁS DE LEVAR, NÃO LEVAS, QUEM HÁS DE DEIXAR, NÃO DEIXAS”.

Mendes de Barros


Aventureiro

O candidato a governador pelo PSDB, Júlio Cezar parece ter aprendido muito bem a esperteza de Teotonio Vilela Filho. Aceitou se aventurar na disputa ao governo de Alagoas com um único intuito: fazer com que seu nome se torne mais conhecido e ele possa conseguir o que realmente almeja, a Prefeitura de Palmeira de Índios.

Sem carisma

Falando em Téo Vilela, o governador mostra a cada dia que não quer saber das eleições majoritárias, mas só eleger seu candidato Pedro Vilela a deputado  federal, o que não parece ser fácil, devido a disputa acirrada. O que circula é que o sobrinho do governador não vai bem nas pesquisas de bastidores da política. Dinheiro tem, mas ainda falta o conhecimento.

Sem-vergonhice

Congresso discute o fim do “ç”, do “ch” e dos “ss”na língua portuguesa. Deveria incluir também o fim do “p” na corrupção, o “hífem” da sem-vergonhez e outras sutilezas da língua pátria que bem caracterizam os políticos. 

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