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19 de Novembro de 2018

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Edição nº 783 / 2014

13/08/2014 - 10:09:00

MEIO AMBIENTE

Apenas um  aterro sanitário
O prazo para que eles se adequassem terminou no sábado (2), mas, em Alagoas, apenas um município conseguiu adotar uma destinação correta para seu lixo. Mesmo com quatro anos para que se ajustassem à nova legislação, somente Maceió, dentre todas as cidades alagoanas, deu fim ao lixão e implantou o sistema de aterro sanitário, como determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), apenas no final de 2016 as administrações municipais devem estar dentro da lei. Mas, as fiscalizações, que ficarão a cargo do Instituto do Meio Ambiente (IMA), já foram autorizadas a partir do domingo (3) e poderão render multas de até R$ 50 milhões às prefeituras, que poderão ser enquadrados por crime ambiental.

Fim de lixões 

Terminou no sábado passado o prazo de quatro anos para as cidades brasileiras adequarem sua gestão do lixo às regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Sancionada em 2 de agosto de 2010, ela determina ações como a extinção dos lixões do país, além da implantação da reciclagem, reuso, compostagem, tratamento do lixo e coleta seletiva nos municípios.

Poluição do ar

As autoridades municipais de Pequim anunciaram nesta terça-feira (5) a proibição progressiva da venda de carvão para diminuir a extrema poluição do ar na capital da China. De acordo com um comunicado do Departamento Municipal de Proteção Ambiental, a partir de agora, e até o ano de 2020, a venda e a utilização de carvão será reduzida gradativamente em seis distritos da cidade e as termoelétricas abastecidas com esse combustível serão fechadas.

Surto de garimpo

Alimentado pelos preços em alta do ouro, um novo surto de garimpo ilegal está se alastrando com rapidez e gerando destruição numa das últimas áreas de floresta amazônica no sudeste do Pará. Com máquinas pesadas, os garimpeiros avançam por territórios habitados pelo povo kayapó e assediam os índios, que estão divididos quanto à atividade.


Girafa

Uma organização de defesa dos animais da África do Sul investiga a morte de uma girafa, que foi ferida ao ser transportada em uma rodovia em Johannesburgo. Testemunhas disseram que a cabeça de uma das girafas que estava no caminhão se chocou contra um viaduto. Segundo a Sociedade Nacional pela Prevenção da Crueldade contra os Animais, os bichos eram levados ao veterinário e, com o impacto, uma delas morreu ao dar entrada na clínica.


Barbatanas 

Imagens divulgadas no dia 31 mostram centenas de barbatanas de tubarão expostas em uma via de Hong Kong, na China, país que é um dos maiores mercados consumidores desta parte do animal, utilizada na gastronomia. Um dos pratos mais comuns é a sopa de barbatana de tubarão, servida em banquetes de casamento e festas de empresas.

Projeto ambiental

Mais de 280 famílias de Mandirituba e Quitandinha, na Região Metropolitana de Curitiba, serão beneficiadas por um projeto ambiental de revitalização em seis faxinais da região. O sistema de faxinais é caracterizado pela forma coletiva de viver, onde mesmo tendo seus bens, as famílias convivem em espaços abertos sem cercas ou demarcações, e os animais são criados soltos. Preservar o meio ambiente e seus recursos naturais também são regras básicas dentro dos faxinais. Segundo o superintendente da empresa responsável pelo projeto de revitalização Francisco Essert, o Paraná é o único estado brasileiro que ainda mantém esse modo de vida.Supertempestade A impressionante imagem de uma tempestade em forma de supernave espacial - batizada de Dia da Independência - ganhou o concurso de fotos de viagem da National Geographic deste ano.


Lixo Hospitalar

A correta destinação do lixo hospitalar ainda é um desafio a ser vencido pela maior parte dos municípios brasileiros. O descarte irregular desse tipo de resíduo é crime ambiental, com pena prevista de um a cinco anos de reclusão, segundo o artigo 54, §3º, da Lei 9.605/98, datada de 12 de fevereiro de 1998 e que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente.No Brasil a RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) 306, de 7 de Dezembro de 2004, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e a Resolução 358 de 29 de abril de 2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), são, hoje, as principais leis pertinentes ao gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, os chamados RSS, embora não as únicas. 

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