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20 de Setembro de 2018

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Edição nº 782 / 2014

05/08/2014 - 20:01:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Mudando os hábitos
É inegável a alta da inflação, que se mede pelo próprio custo de vida. O fenômeno econômico ocorre por fatos climáticos, descontrole do governo, ganância do produtor, além de alta do dólar. Só tem uma saída para o consumidor: mudar seus hábitos, aprendendo a economizar o máximo que puder, pesquisar preços, só comprar quando tiver certeza de que o preço é mais barato e, claro, tudo à vista. Não é economicamente correto, comprar alimentos pelo cartão de crédito parcelado. Uma das dicas que sempre estou citando aqui é a necessidade de pesquisar, pechinchar, comprar o essencialmente necessário, e separar uma parte do que ganha, para poupar, formar uma reserva financeira, capaz e garantir o dinheiro a qualquer dia, quando precisar mesmo. Mudar de marca, também é outra dica importante. Com a concorrência muito grande no comércio, comprar um produto de limpeza, por muitos anos, e de repente encontra um similiar de outra marca, com preço mais baixo. Deve comprar logo. Uma boa maneira de economizar. 


Juros 

Os juros pelo cartão de crédito amortizado (quando se paga o mínimo da fatura), é bem maior do que até mesmo o cobrado pelos agiotas. Chega a quase 20%, um verdadeiro absurdo para quem utiliza esse mecanismo e crédito. Não se deve comprar amortizando e sim, pagando o valor total da fatura. Assim, vá se habituando a sobreviver de acordo com o que ganha. Jamais se endividar e chegar ao “fundo do poço”, como milhares já estão. 


Especial

Outro juro exagerado é o cobrado pelos bancos para quem usa cheque especial, um mecanismo, que em breve vai ficar em desuso, como o próprio cheque normal. Hoje, as pessoas usam mais especificamente o chamado “dinheiro de plástico” que é o cartão de débito ou de crédito. Mas no último caso, vale a dica anterior. O primeiro, é perfeito, melhor do que andar com dinheiro em espécie no bolso. Detalhe: Não pague qualquer tipo de juro, quando o vendedor cobrar. O cartão é como se fosse em moeda mesmo, à  vista. 

Suas contas

Pague em dia as suas contas, tanto as despesas fixas como as do dia a dia. Evite os juros e multas, nunca acumulando débitos. É a regra básica, para quem quer viver com tranquilidade. Também escolha as datas de pagamento de acordo com a do recebimento de seu salário. Isso vale para contas de energia, condomínio, telefone, mensalidade escolar, plano de saúde, prestação de lojas com carnê, ou a da casa própria.

 
Orçamento

Entre no segundo mês do segundo semesteS com os débitos fixos em dia. Não esqueça de fechar o balancete mensal e verificar se realmente cumpriu o prometido: pagou tudo e ainda sobrou dinheiro para a caderneta de poupança. Se já recebeu a metade do décimo terceiro, deve ter pago alguma dívida atrasada. Deixe a segunda metade, que será paga em dezembro, para gastar ou ainda aumentar sua reserva financeira

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