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22 de Setembro de 2018

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Edição nº 781 / 2014

29/07/2014 - 07:14:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Endividamento, como sair dele!

As pesquisas comprovam: o brasileiro vem se endividando cada vez mais, diante de tanta facilidade que bancos, financeiras e lojas, proporcionam. Isso aconteceu na Europa e nos Estados Unidos, até que “a bomba explodiu”, em 2008, provocando uma das maiores crises econômicas mundiais, com a falência de bancos e consequentemente de milhares de pessoas. Começou com a dívida gigantesca dos empréstimos imobiliários, que provocaram a quebradeira dos bancos, reduzindo a produção e aumentando o desemprego. Quem se encontra na “lista negra”, com o crédito cortado e sem condições de pagar, só existe mesmo um caminho: negociar. É procurar o credor, conversar com ele, pedir redução ou mesmo perdão de juros e multas, ir pagando aos poucos, até quitar tudo e jurar nunca mais se endividar. Se continuar “empurrando com a barriga” esse débito, alegando que “devo não nego, pago quando puder”, é porque não quer pagar. É um vigarista em potencial. 


Orçamento

Venho sempre “batendo na mesma tecla”. Não se endivide. Viva de acordo com o que ganha e faça um orçamento doméstico, reduzindo as despesas, pagando em dia suas contas e ainda seprando algum dinheiro para uma reserva financeira, que é uma caderneta de poupança. Se você depositar todos os meses um valor referente a 10% do salário, vai conseguir formar essa poupança, para sacar quando realmente precisar. 


Seu bolso

A inflação que serve para você, é a do seu bolso. A que o governo anuncia todos os meses, vale somente para ele, enganar a população. Os preços sobem constantemente nos supermercados, mercadinhos, feiras livres. Mas a dica é pesquisar preços. Existe uma concorrência muito grande entre os pontos de venda. Visite todos e só compre no que tiver um preço mais baixo. Esqueça as promoções. É tudo propaganda enganosa. 

Caminho certo

Nada mais prazeroso do que pagar suas contas no prazo certo e claro, de acordo com o que se ganha. Procure seguir à risca, seu orçamento doméstico, fechando o balancete mensal e o do final do ano, ter a certeza de que foi superavitário. Faça como qualquer empresa: Minimize os custos e maximine os lucros. É um ensinamento que as faculdades de Economia ensinam aos alunos. Mas não precisa ser um economista para fazer isso. É uma prática milenar, economicamente correta. 


Cartão

Jamais use o cartão de crédito para comprar alimentos a prazo. A loja diz que não tem juros. Mas tem! Tudo é “embutido no preço”. E claro que existem as multas e outras taxas. Compre só quando puder mesmo pagar o valor total da fatura, nunca amortizando. Os juros do cartão, são maiores até que os dos agiotas. 

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