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21 de Setembro de 2018

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Edição nº 779 / 2014

16/07/2014 - 09:01:00

S.O.S ALAGOAS

Cunha Pinto

Nova etapa

Findo o prazo das convenções partidárias, uma pergunta: qual o discurso dos candidatos para o eleitor descontente, no momento identificado como um grande contingente no Estado? Mais: e o que o eleitor acha dos candidatatos às majoritárias, governo do Estado principalmente?

Atenção ao Nordeste

Dilma Rouseff (PT) é gaúcha, Aécio Neves (PSDB) é mineiro e Eduardo Campos (PSB) pernambucano. Deles, no caso de ser eleito presidente, quem dará ao Nordeste a merecida atenção? Curiosidade apareceu em uma conversa de grupo, eleitores que se pro-clamam “cansados diante da mesma conversa em época de campanha.” 


Surpresa

Na formação das coligações às eleições de outubro atenção se volta para a “Em defesa de Alagoas”,   formada pelo Partido Trabalhista Cristão (PTC), Partido Mobilização Nacional (PMN), Partido Pátria Livre (PPL), Partido Social Democrata Cristão (PSD) e Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB). 


Das majoritárias 

Na “Defesa de Alagoas” estão candidatos nas majoritárias Jonathas Albuquerque (governador) e Elias Barros (vice), os dois do PRTB. De Elias Barros na convenção do dia 29: “Temos muitos gigantes para enfrentar nessas eleições, mas iremos entrar na disputa com ideias, propostas e trazendo projetos em beneficio do povo.”

 
Não faltará

O eleitor, diante dos candidatos definidos, não deverá ter motivo para queixas na hora de votar em outubro. Tanto  para o governo como para o Senado e obviamente nos legislativos (federal e estadual). A observação é de cabos eleitorais que já se organizam para a campanha.


Nome forte

O advogado Omar Coelho, filiado ao DEM de Thomas Nonô, foi a chamada “surpresa de última hora” como candidato ao Senado. Segundo entusiastas, lembrando dele na presidência da OAB-AL, é uma opção merecedora da confiança do alagoano.   

Vale do Mundaú 

O deputado Inácio Loiola (PSB) amplia contatos com comunidades do Vale do Mundaú e do Baixo São Francisco. Conversa com a população sobre as necessidades de cada região com o propósito de conhecer as suas potencialidades  e de objetivo imprimir políticas públicas capazes de promover o desenvolvimento sócio-econômico. 


Levantamento

Tem quem levante entre candidatos a primeiro mandato no Congresso Nacional o desempenho de parlamenta-res da bancada de Alagoas na Câmara Federal. Um dos objetivos é coletar dados para defender a necessidade de “caras novas na futura legislatura.”


Trânsito

Previsão pós outubro é ser de concretizada propostaconduzida em “banho maria” sobre necessidade de haver uma reavaliação de preços no mercado automobilístico e combustíveis. A defasagem  e os engarrafamentos pelo excesso de veículos nas ruas seriam as motivações.  


Expectativa

Estão cercadas de expectativas as candidaturas pelo Palácio dos Martírios. Principalmente após  divulgações dos nomes de Eduardo Tavares (governo) e Omar Coelho (Senado). Das conversas, atenção é os dois serem da mesma área (jurídica) e terem serviços prestados.

Chama atenção

Para as eleições de outubro chama atenção também o número de candidatos tanto nas proporcionais como, principalmente, às majoritárias. Só na campanha para governador são nove.  

Mosca azul

Arapiraca, segundo município mais populoso, e também eleitoral, em Alagoas, deve registrar em outubro o maior contingente de candidatos do estado. Isso para as cadeiras da bancada alagoana na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa. Além do vice-governador. 


Trânsito

O Subcomitê de Gestão de Dados de Trânsito em Alagoas levanta informações sobre acidentes com o  objetivo de criar um banco de dados. A meta é definir um planejamento de ações preventivas. É o próprio Comitê Estadual de Trânsito que coordena os trabalhos. 


Lei em vigor

Desde o dia 5 de julho e até 1º de janeiro de 2015 o artigo 73 da Lei das Eleições restringe a nomeação, contratação ou admissão de servidor público.  A proposta visa “coibir governante do uso das suas atribuições como fins eleitoreiros”. Ou seja, com objetivo de angariar votos.


Sem ordem

À proporção que o tempo avança em direção a outubro, o cidadão vai pressentindo que também em Alagoas “segue o mau hábito, hereditário, no uso da máquina pública com fins eleitoreiros”. Comentário é normal em conversa de eleitores reclamando do voto obrigatório. 

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