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22 de Setembro de 2018

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Edição nº 778 / 2014

08/07/2014 - 08:54:00

Gabriel Mousinho

Sentimento de perda

Grande parte do eleitorado de Arapiraca está decepcionado com a ausência de musculatura política para disputar um mandato de deputado federal pelo grupo político de Célia Rocha e Luciano Barbosa.O município, através de suas grandes lideranças, optou por apoiar àqueles que eles consideram forasteiros na região, a exemplo do ex-governador Ronaldo Lessa e Marx Beltrão, dentro do esquema montado pelo Chapão. Os nativos irão servir apenas para ajudar a coligação e eleger os indicados, ou seja, servir de trampolim para a tropa que armou barraca em Arapiraca.Fazia muito tempo que o segundo maior colégio eleitoral de Alagoas não ficava fora da bancada federal, pelo menos com o pessoal da terra, sempre presente nos maiores embates políticos do Estado. Com mais de 120 mil eleitores o município perde a grande oportunidade de fazer parte do grupo seleto de deputados federais, dando passagem a candidatos que não têm raízes locais.O sentimento de parte da população, infelizmente é de perda.

Em baixa

O município de Arapiraca já foi bem melhor. Com imensas dificuldades, Célia Rocha tem tido toda sorte de problemas para administrar a ex-terra do fumo. Agora, luta para pagar os salários dos servidores públicos, quase sempre em atraso.


Trairagem

De um assessor do governo ao participar do encontro no Hotel Ritz: ´´ a gente tem que participar dos encontros e bater palmas, mesmo sabendo que a candidatura de Eduardo Tavares é coisa pra inglês vê´´.


Abandonado

O governador Téo Vilela já imagina o fracasso que seu candidato terá nas urnas, principalmente porque não encontra partidos que possam participar de sua coligação. A revoada começou quando Téo não apoiou Biu como candidato. Aí saíram Maurício Quintela, Régis Cavalcante, Kátia Born e outros. Na reta final até o vice-governador José Thomaz Nonô abandonou o barco.


Sem chances

Bem que Téo Vilela tem tentado, mas o deputado federal João Lyra vai continuar no Chapão que tem como candidato Renan Filho, mesmo que eles não queiram. Vilela tentou todas as composições com o PSDB, ofereceu cargos na majoritária e secretarias para os prováveis aliados. Mas tudo isso não convenceu JL.

Desespero

O governador sabe muito bem que não terá uma coligação forte pois só deve contar com o próprio PSDB e o PRB de Galba Novaes e sabe, mais do que ninguém, que não terá tempo suficiente no guia eleitoral e tampouco poderá alcançar o coeficiente necessário para eleger o seu sobrinho Pedro Vilela, deputado federal.


Satisfeito

O senador Biu de Lira está satisfeito com as composições que conseguiu fazer. Perto de oito minutos no guia eleitoral dá tempo de sobra para mostrar seus projetos à população. Já o Chapão possui cerca de doze minutos. A continuar como está o PSDB terá um pouco mais de um minuto e meio para fazer a propaganda de Eduardo Tavares.


Disposição

Quem conhece de perto o advogado Omar Coelho de Melo, sabe perfeitamente que ele não é homem de fugir à luta e por isso mesmo é um sério candidato ao Senado pela coligação de Biu de Lira. Disposto, bom caráter e um homem decente, Omar é coisa nova na política alagoana.


Almeida e a eleição

Sem uma coligação de peso, o PRTB vai ter que trabalhar muito para emplacar o nome do ex-prefeito Cícero Almeida como deputado federal. Ele vai ter que arrebatar mais de cem mil votos na capital e avançar também no interior para que o PRTB alcance o coeficiente mínimo de 170 a 190 mil votos.


Na frente

O ex-governador Ronaldo Lessa, nas pesquisas que estão aparecendo por aí, larga na frente para deputado federal. Mas ninguém sabe se terá força suficiente para continuar liderando até o dia 5 de outubro.Medindo forçasO deputado Renan Filho e o senador Biu de Lira começam a medir forças, embora o senador Renan Calheiros tenha aglutinado maior número de partidos em suas alianças. Agora é brigar pelos redutos eleitorais.


Redes sociais

A campanha passará sem dúvidas pelas redes sociais, mas ninguém pode avançar o sinal porque a Justiça Eleitoral está de olho. Na semana passada o TRE meteu o pé no freio e determinou que Renan Filho desacelerasse no facebook, sob pena de multa e outras punições. O Tribunal entendeu que estaria acontecendo campanha antecipada, o que no momento não é permitido por lei.


Indigestão

Não convidem para a mesma mesa Galva Novaes e Euclydes Mello que já foram, em épocas passadas, unha e carne na política. A comida pode dar ingestão difícil de ser resolvida.


Indigestão 2

Indignado, Euclydes acha que foi traído por Galba, que teria também levado vantagens em mudar de rumo e fazer parte do grupo do governador Téo Vilela. Euclydes ameaça até ir às barras da Justiça.


Inviável

O deputado João Lyra que registrou sua candidatura a deputado federal pelo PSD, afastou qualquer possibilidade de ser suplente do senador Fernando Collor. Não gostou do que ouviu de um seu interlocutor e rechaçou a ideia absurda de sair candidato a deputado estadual. Isso só em mente doentia e desinformado, disse JL. Prefere montar uma estrutura e partir para a reeleição.


Quem dá mais

Nos últimos dias foi grande a movimentação de caciques políticos em definir coligações para disputar as eleições. Os passes chegaram à estratosfera e muitos dos compromissos deram marcha à ré. Segundo especialistas na área, teve líder que prometeu a um candidato um prédio de vinte andares e terminou oferecendo um apartamento do PAR.


Revelação

O governador Téo Vilela disse que a política não é um clube de amigos, nem tampouco uma ´´patota´´ e sim um instrumento do bem comum. Vilela até parece que está esquecido de que participou por várias décadas dessa mesma turma e do clube fechado de amigos.

O valor de Kátia

O ex-vereador Nilton Lins considerou a ex-prefeita Kátia Born, atual presidente do PSB, em Alagoas, como uma das figuras mais importantes no contexto político, principalmente pela disposição de arregimentação das bases em eventos de campanha. Para Lins, Kátia é uma das mais bem preparadas para cumprir missões em campanhas eleitorais.

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