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25 de Setembro de 2018

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Edição nº 777 / 2014

01/07/2014 - 10:37:00

MEIO AMBIENTE

Políticas climáticas
A produção econômica global poderá aumentar em até US$ 2,6 trilhões adicionais por ano, ou 2,2%, até 2030 se as políticas governamentais melhorarem a eficiência energética, a gestão de resíduos e o transporte público, de acordo com relatório do Banco Mundial divulgado na terça-feira (24).O relatório, produzido com o grupo filantrópico Fundação ClimateWorks, analisou os benefícios de políticas ambiciosas para reduzir as emissões provenientes dos transportes, da indústria e da construção, bem como resíduos e combustíveis em Brasil, China, Índia, México, Estados Unidos e União Europeia.

Família de búfalos

A fêmea de elefante Nzhou foi adotada por uma família de búfalos depois que seus pais foram mortos por caçadores e marfim nos anos 70. Ela passou a seguir a manada de búfalos na área de conservação Imire Black Rhino and Wildlife, no Zimbábue, na África.Judy Travers, que é o proprietário do parque, diz que “Nzhou é a matriarca de toda a área, mas ela prefere passar o tempo com os búfalos. Travers diz que os criadores tentam reintroduzi-la a uma manada de elefantes, mas Nzhou ”está muito feliz onde está”.O parque de 10 mil hectares foi criado há oito anos para proteger os animais ameaçados pelos caçadores.

Florestas Plantadas

O governo deve instituir em breve a Política Nacional de Florestas Plantadas no âmbito do Ministério da Agricultura. Entre as ações previstas estão investimentos em pesquisa, assistência técnica e extensão rural, além de crédito exclusivo para fomentar a prática.

Antártica

Cientistas que estudam a Antártica advertiram nesta semana que o número crescente de turistas que visita o continente branco ameaça seu frágil ecossistema e pediram maior proteção. De 1990 até hoje, o número de turistas passou de 5.000 em um ano para os 40.000 atuais, segundo dados da indústria do setor. A maioria visita áreas sem gelo, que constituem menos de 1% da Antártica.


Prática agrícola 

Se a Europa adotar uma prática agrícola que se abstenha de arar a terra após a colheita, as temperaturas locais poderiam cair até 2ºC, de acordo com estudo publicado na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (“PNAS”).A razão está na cor do solo: a terra não arada é mais clara e reflete a luz do sol, tornando a área mais fresca do que a superfície escura, explicaram.


Menos frio

O inverno começou no último sábado (21), às 7h51, com a previsão de temperaturas um pouco mais altas do que a média observada nos últimos anos. De acordo com a meteorologista Thaize Baroni, da Somar Meteorologia, no mês que vem as temperaturas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste ficarão cerca de 0,5 ºC acima da média dos últimos 30 anos para o mês de julho. Já nas regiões Norte e Nordeste, as temperaturas podem ficar até 1ºC acima da média histórica para a época.


Tatu-bola

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente, informou para imprensa que o Brasil deve anunciar em novembro deste ano a piora na classificação do status de conservação do tatu-bola, que passará de “vulnerável” para “em perigo” – uma categoria mais grave e que alerta para a necessidade de mais políticas públicas para preservação da espécie.

Lixo marinho

Micróbios podem estar contribuindo para reduzir a quantidade de lixo no mar “comendo” o plástico que contamina as águas do planeta, de acordo com uma pesquisa conduzida por oceanógrafos da University of Western Australia, publicada na “PLOS One”.Essas criaturas microscópicas parecem estar biodegradando toneladas de rejeitos que flutuam no mar. Os investigadores analisaram mais de mil imagens de dejetos em frente ao litoral australiano e documentaram pela primeira vez as comunidades biológicas que vivem nestas pequenas partículas de lixo, conhecidas como microplásticos.


Onça-pintada

O governo federal publicou no último dia 20 no Diário Oficial da União portaria que valida o Plano de Ação Nacional para conservação das onças-pintadas, com o objetivo de implementar iniciativas para proteger a espécie, ameaçada de extinção.O foco principal do plano é conseguir, até junho de 2017, reduzir a perda e fragmentação dos habitats desses felinos, além de diminuir o número de mortes causadas pela caça esportiva, preventiva ou mesmo para segurança pessoal. Além disso, vai disseminar informações necessárias para conservação da espécie.

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