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13 de Novembro de 2018

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Edição nº 777 / 2014

01/07/2014 - 10:10:00

Justiça aos militares

TORRES DE MELO fortalweb.com.br/grupoguararapes

O Exército da época de 64 e o atual não têm o dever de justificar nada. Nós, militares, cumprimos ordens dos superiores e fomos formados e adestrados para evitar a maior tragédia da face da terra que é a guerra entre irmãos que, ou se transformam em feras, ou morrem. Quem tinha o dever de justificar alguma coisa do passado político do Brasil seriam os governantes militares, mesmo porque, acertaram mais do que erraram.

Todavia, militar não entende de mídia e tem horror de justificar alguma coisa porque acha que trabalha “com a Lei debaixo do braço”. Faltou mídia pós- governos militares. Tudo que o Brasil tem hoje em matéria de infraestrutura, avanço econômico e liderança mundial nos agronegócios foram concebidos e realizados nos 20 anos dos Governos Militares. A listagem é imensa,  os feitos rodam diariamente nas telas das redes sociais. Nós, mesmos, os temos arquivados.

Não temos PETROBRÁS – LAVA-JATO E OUTROS nomes horríveis das páginas policiais.O culpado de toda essa inversão de valores foi o último presidente militar, um general de bem, bastante inteligente e humano, que perdoou todos os litigantes com a Lei da Anistia. Porém, na hora de entregar o governo ao seu substituto cometeu um grande pecado saindo pelas portas dos fundos de cara amarrada e aborrecido, com raiva dos políticos e, principalmente, do José Sarney, vice do eleito Tancredo Neves, que ele julgava medíocre e despreparado para substituí-lo e presidente da ARENA,  partido do governo e portanto traidor.Não deveria ter de ficar omisso pela raiva.

A obrigação dele Presidente era ficar na mídia dando entrevistas e mostrando, aos cretinos que se seguiram no poder as benesses, o bom exemplo, a ética e a honestidade nas ações dos mandatos presidenciais dos militares. Nenhum presidente militar saiu do Palácio do Planalto milionário, com dólares nas cuecas ou depositado nos bancos da Suíça.

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