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19 de Novembro de 2018

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Edição nº 777 / 2014

01/07/2014 - 09:50:00

Gabriel Mousinho

A campanha começou

A guerra para formalização de alianças políticas com vistas às eleições de 5 de outubro, está chegando ao fim. Embora alguns partidos transferissem suas Convenções para o dia 30 de junho, os acordos já foram feitos . Agora, é partir para a briga no Guia Eleitoral, na capital, nos municípios e no corpo a corpo com o eleitorado.

Ninguém, de bom senso, pode dizer que ganhou a parada nas próximas eleições. Se o senador Renan Calheiros aposta num acordo com quatorze partido, o senador Biu de Lira trabalha para robustecer suas composições políticas no Estado. Por fora correm outros partidos, mas nada que ameace candidaturas de peso ao governo como Biu e Renan Filho.Renan e Biu são cobras criadas na política alagoana e sabem, de antemão, onde podem chegar, conversar, discutir, buscar votos, fazer composições. Não interessam, os dois, partir para o ataque, embora seja uma alternativa de que, numa campanha política, tudo vale, até, como dizem os mais velhos, ´´falar na mãe´´.Que os alagoanos saibam escolher bem os seus candidatos e que os próprios candidatos mostrem o que podem fazer por Alagoas e seu povo.  Sem enganação, sem promessas que jamais poderiam ser cumpridas. Afinal de contas, Alagoas não é um Maranhão.

Resolvido

Enquanto o bloco de oposição anunciava Renan Filho como candidato a governador, Luciano Barbosa como vice e Fernando Collor como candidato ao Senado, o PP de Biu de Lira tratava de resolver, de uma vez por todas, sua chapa majoritária. Enfim, Biu candidato ao governo, Alexandre Toledo vice e Omar Coelho, do DEM, o nome definitivo para o Senado.


Resolvido 2

Embora o jogo político quisesse afastar o PPS, de Régis Cavalcante, depois das alianças do PP com o PSB e o DEM, tudo ficou acertado. Régio bateu o martelo e vai partir com força na campanha eleitoral.


Chegando

Quem pode anunciar a qualquer momento uma aliança com o PP é o PRB do ex-vereador Galba Novaes, depois de romper uma aliança que mantinha com Euclides Mello, suplente do senador de Fernando Collor. Com a chegada do PRB a aliança do Biu melhora o tempo na TV.


Sem interferência

As alianças em nível nacional não irão afetar as composições locais. Pelo menos é isso que as lideranças acertaram com os presidenciáveis. Mas vai haver quebra-quebra político até a decisão final.

Nome de peso

Não só pela musculatura de Omar Coelho, mas, principalmente, pela sua disposição de disputar um primeiro mandato eleitoral. Omar tem história na sua luta pela cidadania como ex-presidente da OAB, é valente, guerreiro e um lutador de primeira categoria. Um nome novo na política alagoana.


Dividido

Agora a situação parece que vai mudar. Além de Fernando Collor, candidato à reeleição Heloísa Helena e Omar Coelho de Mello irão disputar a fatia do eleitorado alagoano. Somente com o decorrer da campanha se fará uma avaliação de quem chegará lá. Collor, no momento, parte com vantagem sobre HH. 


Salvação

Fidelidade partidária é coisa do outro mundo. Pelo menos em Alagoas. Os candidatos querem mesmo é o mandato, independentemente de partidos ou de composições para eleger presidente, senador ou deputado federal. Como diz o velho ditado, ´´quem for podre que se quebre´´.
Próximo

O PMN do deputado federal Francisco Tenório também pode participar de uma aliança com o PP. Questão apenas de conveniência. Se der para o PMN e o PP, além de outros partidos coligados, as arrumações se completam.


Decidindo

O deputado Antônio Albuquerque, detentor de grande fatia do eleitoral na região do agreste, inclusive Arapiraca, continua nada satisfeito com sua exclusão do bloco de oposição. E poderá fazer a diferença na região onde tem voto.

Fora do ar

O governador Téo Vilela é um obstinado.Mantém a candidatura do seu candidato Eduardo Tavares, mas não dá sinais vitais de que pode fazer uma grande composição política. Ele tem demonstrado fragilidade no processo eleitoral.

Depois da Copa

Os candidatos estão arregimentando forças para a batalha que será travada depois da Copa do Mundo. Por enquanto só conversas de bastidores, negociações, acordos, composições, alianças e, bem, deixa isso prá lá.


Rachada

A região de Arapiraca está rachada eleitoralmente. Se de um lado tem Célia Rocha, Luciano Barbosa e outras lideranças, do outro a oposição aproveita o vácuo e bota o pé no acelerador. A população local parece que não anda nada satisfeita com as últimas administrações.


Franco atirador

O deputado João Lyra casou e batizou nessa prévia eleitoral. Foi para o pré-lançamento da candidatura de Biu de Lira, namorou politicamente com o governador Téo Vilela e terminou nos braços de Renan Filho, diga-se do senador Renan Calheiros. Mas pode ter surpresas daqui pra frente. JL, como todos sabem, pode mudar de opinião como muda de roupa. E demonstrou isso há poucos dias.


Ressentimento

Existem ressentimentos dos dois lados. Tanto do lado de João Lyra como do lado do governador Téo Vilela. Eles conversaram, discutiram problemas políticos e empresariais, mas, no conjunto, não estiveram lado a lado, como era de se esperar. JL é imprevisível. Todos sabem. E mais do que ninguém Biu de Lira, Renan Calheiros, Téo Vilela e Fernando Collor.


Favas contadas?

O ex-governador Ronaldo Lessa não deve contar com o ovo no ... da perua, como diz o velho  ditado. Deve avaliar bem sua musculatura política em Arapiraca, considerada como herança de Célia Rocha e Luciano Barbosa.

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