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14 de Novembro de 2018

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Edição nº 777 / 2014

01/07/2014 - 09:47:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Preservando o orçamento
Quem seguiu às dicas da coluna na preservação de um orçamento doméstico, seguindo à risca tudo que entra e sai de dinheiro em casa, vai continuar no segundo semestre de 2014, feliz, sem endividamento e consciente de que deve se conformar com o que ganha e ainda poupar, para formar sua reserva financeira a ser utilizada a qualquer dia, com ganhos acima da inflação. O foco principal, é fazer como a empresa privada: maximizar o lucro e minimizar o custo, ou seja, manter a poupança e reduzir os gastos. Deve, portanto, anotar a cada dia em que recebe o salário como receita e ir anotando as despesas, tanto as fixas, pagas rigorosamente em dia, para evitar juros e multas, além das do dia a dia, até mesmo o pão que compra na padaria. No final do mês, fecha as contas e faz o balancete mensal, seguindo isso até o final do ano, quando tem o balanço geral. 


Depois da Copa

Passada a euforia da Copa do Mundo, alguns consumidores exagerados em seus gastos, terão que se desdobrar para recuperar o prejuízo e jurar nunca mais se endividar, retirando dinheiro do orçamento mensal e depois sofrendo as consequências. 


Juros

As taxas de juros vão continuar subindo até o final do ano, para controlar a inflação, não permitindo que ela chegue aos dois dígitos (acima de 10%) esse ano. É a única arma capaz de evitar isso. Mas os efeitos são desastrosos, não somente para o consumidor, como também ao produtor. Assim, evite comprar pelo crediário, cartão de crédito parcelado e cheque especial, optando mesmo pela compra à vista e com descontos. PesquisandoContinue pesquisando preços em todos os setores do comércio, até mesmo na feira livre, onde se compra frutas, verduras e legumes. Nesses locais é até mais prático, porque geralmente se consegue um bom desconto, já que no supermercado, os preços são fixados no produto e jamais qualquer vendedor é autorizado a baixar. Nas lojas, converse com os vendedores, gerentes, eles podem reduzir sim, desde que compre à vista. 


Sem estoque

Não é necessário estoar mercadorias, imaginando que os preços vão disparar a qualquer momento. Impossível existir congelamentos de preços, devido a hiperinflação como na época dos Planos Cuzado, Bresser, Verão. Isso jamais ocorrerá, porque a moeda é forte e tem uma política econômica que controla a inflação, não permitindo que ela alcance o descontrole geral dos preços. Compre o necessário, sempre pesquisando, procurando os mais baratos.


Pagando em dia

Pague no prazo certo ou até antes, as suas contas. Passado o prazo, são cobradas multas, taxas diversas e juros absurdos. Se demorar mais, o título segue para o Cartório de Protesto, e aí sim, é mais prejuízo.  Tem ainda o nome registrado no cadastro de inadimplentes, cortando o seu crédito. Evite isso. 

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