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Edição nº 776 / 2014

25/06/2014 - 08:31:00

Os Deuses do futebol

José Arnaldo Lisboa Martins [email protected]

Eu não sou nenhum bruxo, não sou profeta, espírita ou advinho, apenas, tenho os pés no chão e sou otimista sem exageros. Até os meus sonhos são possíveis de serem realizados, pois, conheço as minhas limitações. Rezo e nas minhas orações, tenho tido bons resultados, pois, não peço o que vejo como impossível ou até mesmo dificílimo.

Nos últimos artigos que escrevi, falei nas decepções que já tive em Copas do Mundo, tudo por causa do otimismo exagerado nos nossos Técnicos, Cartolas, Jogadores e Comentaristas Esportivos. Depois de 19 Copas do Mundo que já tivemos, ganhamos, apenas, 5 Copas. Eu jogava futebol, porém, minhas qualidades de jogador, não eram das melhores. Cheguei a jogar na “seleção” de Mata Grande, como ponta-esquerda, por ser difícil encontra alguém que chutasse com o pé esquerdo, como eu.

Mesmo com as minhas deficiências futebolísticas, sempre gostei de assistir às Copas do Mundo, com bandeiras, camisas, enfeites em casa, vinhos e cervejas. Hoje, é dia 17 de  junho, quando às 18 horas, acabamos de assistir ao jogo do Brasil contra o México, quando houve o empate de zero a zero.

Como já disse nas primeiras linhas acima, já sofri decepções e, esta última deixou uma grande lição, pela falta de humildade do Técnico, dos Jogadores, dos Comentaristas Esportivos, dos Jornalistas, Radialistas e, até dos Brasileiros. Nesses artigos, vocês devem estar lembrados que eu falei nos 23 jogadores, dos quais, somente 4 jogam no Brasil, quando ganhando fortunas, sem nenhum patriotismo. Cheguei a chamá-los de “mercenários do futebol”.

Falei no “Felipão” endeusado por todos e como se fosse o “deus dos técnicos”, o imbatível. Pois bem, parece que eu estava certo, com a falta de humildade, pois, só falavam na Copa das Confederações, no ano passado, quando o Brasil ganhou. Falavam nas vitórias que já tivemos contra o México, como se o futebol vivesse só do passado e como se cada minuto de uma partida fosse igual em todos os jogos.

Ora, cada jogo é diferente dos demais, pois, se não fosse, só era repetir os Técnicos e os Jogadores e em todas as partidas eles seriam vitoriosos. Os jogadores se deslocam nos gramados nas suas posições, segundos a segundos, portanto, se quisermos repetir uma jogada, elas sempre são diferentes em cada momento do jogo. Se não fosse assim, um Técnico jamais perderia uma partida. Lições de humildade serão necessárias.

O Brasil já foi Campeão do Mundo por cinco vezes, porém, já voltou humilhado, também, várias vezes. Não vamos viver só do passado. Os outros países já aprenderam a jogar futebol como o Brasil e, às vezes mais do que nós, como temos assistido. Humildade........ 

Em tempo –Agradeço ao meu ex-aluno de Física, Petrônio Barbosa pelos elogios dados aos meus escritos. 

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