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22 de Setembro de 2018

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Edição nº 774 / 2014

11/06/2014 - 08:44:00

MEIO AMBIENTE

Ambientalista francês 

O educador e oceanógrafo francês, Jean Michel Custeau, reconhecido internacionalmente pelas importantes iniciativas em busca da preservação ambiental, participou na segunda-feira (02) da aula a bordo do barco-escola do Instituto do Meio Ambiente (IMA). A atividade abre a semana em torno do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado na próxima quinta-feira, dia 05 de junho.Na atividade, organizada pelo IMA e pela Braskem, o ambientalista pôde conhecer um pouco das riquezas da biodiversidade do Complexo Estuarino-Lagunar Mundaú-Manguaba (CELMM), assim como os principais problemas existentes. Logo depois, participou de um almoço comemorativo no Palácio dos Palmares, com a presença do governador Teotônio Vilela.

A lagarta 

A lagarta Hemeroplanes sp, da Costa Rica, não se transforma apenas em larva e em mariposa. Ela também se camufla inteligentemente como uma cobra para assustar seus predadores. Apesar da semelhança com o outro animal, porém, seu corpo é curto, o que causa estranhamento.O professor Daniel Janzen, biólogo da Universidade da Pensilvânia, capturou essas imagens como parte de seu trabalho sobre lagartas na América Central, que realiza desde 1978.

Temporada de furacões

A temporada de furacões 2014 pode ser menos ativa que o normal, mas todas as zonas de risco, do Caribe aos Estados Unidos, devem se preparar porque nunca se sabe onde a próxima tempestade vai aparecer, alertou nesta semana, em Miami, um encarregado de vigilância dos furacões.

Machismo

Os furacões com nomes femininos podem matar três vezes mais porque as pessoas os percebem como menos ameaçadores do que as tempestades com nomes masculinos.A conclusão foi obtida por cientistas, que publicaram seus resultados na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, a “PNAS”. O estudo abrangeu mais de seis décadas de furacões atlânticos.


 Extinção de espécies

Um novo estudo publicado na sexta-feira (30) na edição impressa da revista “Science” afirma que as ação humana acelerou em mil vezes a taxa de extinção das espécies de plantas e animais do planeta, em comparação com a taxa natural.Os dados levantados pelo biólogo Stuart Pimm, da Universidade Duke, dos Estados Unidos, apontam que antes dos humanos, o ritmo de extinção era de uma espécie a cada 10 milhões por ano. Atualmente, essas cifras são de 100 a cada 1.000 por ano.

Animais feridos 

Em que casos o ser humano deve intervir no curso da natureza? Esta questão veio à tona recentemente nos Estados Unidos por causa de dois animais que foram encontrados feridos. Em um caso, autoridades ambientais do Minnesota acharam um alce com um ferimento aberto no lugar do rabo, e, ao concluir que era o resultado de um ataque de lobos, resolveram não intervir. No mesmo estado americano, no entanto, outros funcionários ajudaram um filhote de águia com uma asa quebrada, cujo ninho estava sendo filmado com as imagens transmitidas ao vivo pela internet.


Fundo Amazônia

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai destinar R$ 146,7 milhões para três projetos de melhoria da gestão ambiental nos estados da Bahia, Rondônia e Pará, de modo a contribuir para o combate ao desmatamento e à degradação florestal. Os recursos, não reembolsáveis e provenientes do Fundo Amazônia, apoiarão ações em pelo menos 313 municípios.


Emissões

O governo dos Estados Unidos anunciou na segunda-feira (2) um ambicioso plano para reduzir as emissões de dióxido de carbono de suas centrais termoelétricas em 30% até 2030.A Agência de Proteção Meio Ambiental (EPA, na sigla em inglês) disse que os estados poderão aplicar a nova legislação, que deverá entrar em vigor somente em 2016, com flexibilidade.

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