Acompanhe nas redes sociais:

21 de Setembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 774 / 2014

11/06/2014 - 08:00:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Economia em baixa

Os números comprovam: a economia brasileira parou de crescer e vai seguindo ladeira  abaixo. Tudo que o país produz no ano (Produto Interno Bruto) entre os 30 países mais desenvolvidos do mundo vem caindo mensalmente, enquanto China e Índia, sobem. O consumo explodiu e já começa a cair, exatamente porque a política de juros altos, induz o consumidor a comprar menos, ser mais consciente de que deve se viver de acordo com o que ganha, sem se endividar a longo prazo.Quando eclodiu a crise econômica mundial, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmava que o Brasil estava imune, e crescia com o consumo interno. As exportações cairam (e continua) e o endividamento do consumidor cresceu. Sua sucessora continuou  incentivando o povo a comprar, reduziu impostos para a indústria, as vendas cresceram, mas arrecadação foi caindo a cada mês. O resultado de tudo isso, é visível agora: a inflação vem mexendo no bolso de todos. 


Lá e cá

Tanto nos Estados Unidos como na Europa, os governos incentivaram muito o mercado imobiliário, atraindo os consumidores a realizar o sonho da casa própria, subsidiando os programas habitacionais. A classe média, em massa, aderiu e se endividou ao ponto de não conseguir mais pagar o débito, gerando a falência dos bancos e o desemprego aumentou. Isso ocorreu lá e já preununcia por cá. 


Programa

O Minha Casa Minha Vida - que sempre afirmo ser “Minha Casa Minha Dívida” - vem fazendo o mesmo aqui, desde que foi lançado. Também já começa a dar sinais de enfraquecimento, devido a inadimplência e consequentemente o desequilíbrio no seu principal agente financeiro: a Caixa Econômica Federal, pertencente ao governo. Mas continua como o principal trunfo de sucesso e importante fonte de garantia de voto aos seus criadores. 

Inflação

Qualquer taxa de juro que seja acima da inflação, é prejuízo para o consumidor que utilizar. Assim, quando se compra um eletrodoméstico,por exemplo, que custa R$ 1 mil reais num prazo de um ano, com prestações mensais de mais de R$ 120,00, sabe que está pagando mais do que o “seu bolso” garante. Pior ainda é no caso de financiamento, que pode chegar até a 35 anos, como o habitacional. Todo cuidado é pouco!


O que fazer?

Nada complicado: É só viver de acordo com o que ganha. Saber controlar seus impulsos de consumo, economizar ao máximo em casa, comprar sempre à vista e o necessário, além de separar uma parte para a caderneta de poupança, formando um fundo de reserva para qualquer emergência. Seguindo esse caminho, vai viver com tranquilidade.


Pesquisando

Há exatos 20 anos, desde 1994, quando foi implantado o Plano Real, com mudança na moeda (de cruzeiro para real), não há mais necessidade de estocar para consumo na despensa. Os preços são livres, mas não congelados, com tendência para faltar. A concorrência é acirrada, exigindo que o consumidor pesquise antes de comprar. 


Só nosso

Com o dólar valendo o dobro do real, o consumidor deve priorizar o nosso produto, ao invés do importado. Tudo que existe de fora, aqui tem similar e de boa qualidade. Portanto, compre o brasileiro. Você ajuda a aumentar a arrecadação de impostos e ainda de a geração de empregos. 

Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia