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22 de Setembro de 2018

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Edição nº 773 / 2014

04/06/2014 - 10:55:00

PEDRO OLIVEIRA

A NOTA DOS TRIADORES Pífia, desconectada e covarde

Confesso que não tive acesso à “nota de repúdio” que seria publicada e distribuída com a imprensa pelas lideranças dos partidos que traíram o governador e se debandaram para “ninhos” que lhes pudessem dar melhores “vantagens”. Sua circulação foi acanhada e praticamente se limitou aos corredores de algumas instituições. Na imprensa apenas li alguns trechos que não me surpreenderam pelas origens e posturas éticas de seus subscritores.Não tiveram a coragem de um confronto direto, mas preferiram seguir os caminhos dos subterfúgios rasteiro e bem característico àqueles que nada têm para dizer diante de fatos e atos que os desabonam.Tentaram, grosseiramente, atingir o secretário Álvaro Machado, um homem cordato, com história de dignidade para contar, respeitado por toda a sociedade alagoana, diferente de muitos dos traidores autores da nota.

Álvaro Machado cumpre o papel de articulador político do governador que deposita nele uma merecida e reconhecida confiança, em retribuição a sua capacidade de dar equilíbrio nas ações e se fazer acreditado por sua competência no desempenho de suas atribuições.Mostrou apenas o que todos sabiam: “Eduardo Tavares é o candidato do governador Teotônio Vilela” e do grupo que o segue. Qualquer outro que pretendeu que assim não fosse, o fez por conta própria e até irresponsavelmente. Deu um recado duro a um grupo de seguidores de outra candidatura: que o palácio só tem um candidato: Eduardo Tavares. O senador Benedito de Lira sempre foi candidato dele mesmo e se esperou ser o candidato do governador seria muito ingênuo (coisa que nunca foi)  ou se imaginou “ungido” para uma missão que não lhe está reservada. Há muito ouço de cada um dos palacianos e das pessoas mais próximas do governador que não haveria hipótese de se abraçar a candidatura de Benedito de Lira, por fartos e justificáveis motivos narrados. Sei disso há seis meses. Será que ele não sabia?


Onde está a chantagem?

Os lideres dos partidos traidores chegam a falar em “chantagem”, o que seria “falar em corda em casa de enforcado”. Há muito mais possibilidade no perfil histórico de alguns dos subscritores da nota do que nas vias do Palácio do Governo, até porque não tinham nenhum motivo para chantagear. Se valorizaram demais e se julgaram “os donos dos votos”, num blefe que não deu certo e ficou extremamente visível a má fé e o oportunismo.Cada um com sua traiçãoPor mais que os traidores queiram, cada um a seu modo, justificar o gesto com desculpas esfarrapadas, acusando pessoas e criando “factoides” todos sabem  que não há argumentos que possam convencer de que tudo não intencionalmente planejado e executado cada um  tratando de defender o seu quinhão e sua sobrevivência pessoal. É assim que eles agem, é assim que eles são.Resta agora aguardar como se sairão nas urnas em outubro esse rol de políticos que estão marcados com a tinta suja da traição. Acredito que cada eleitor, cada segmento da sociedade terá as informações suficientes para fazer sua análise e condena-los ou absolver. 


Fica mais difícil

Mas está melhor assimPor unanimidade de seu plenário, o Tribunal Superior Eleitoral confirmou esta semana que Alagoas vai perder uma vaga de deputado federal já nas eleições deste ano:  diminuirá  de nove para oito os  integrantes a bancada na Câmara.Na Assembleia Legislativa a coisa é mais grave pois também terá uma redução de três cadeiras em disputa  de outubro.A decisão dificilmente será revertida e isto criará ainda mais dificuldade aos pretendentes as vagas na Assembleia e  Câmara Federal. Pelo deplorável nível de nossos parlamentares é melhor que seja assim. Quanto menos melhor.


O que falou Eduardo Tavares

Em meio a compromissos políticos e encontros com representantes de diversos segmentos sociais e econômicos do Estado, o procurador de Justiça e pré-candidato do PSDB ao governo do Estado, Eduardo Tavares, concedeu entrevistas a emissoras de rádio da capital e interior de Alagoas. Entre os questionamentos, Tavares apresentou suas ideias principais para áreas de importância fundamental para a condução dos rumos do Estado, como segurança pública, educação, saúde e economia, considerando que seu nome seja confirmado pelo partido na convenção a ser realizada em junho. O pré-candidato também aproveitou os espaços nas rádios para se apresentar aos alagoanos, falando de sua trajetória desde a juventude em Traipu, município onde nasceu e onde exerceu mandato de vereador aos 18 anos de idade, sua atuação como jornalista, professor, até seu ingresso no Ministério Público Estadual, órgão que comandou entre os anos de 2009 e 2012.  Por sua experiência na Procuradoria Geral de Justiça, como presidente por quatro mandatos da Associação do MPE de Alagoas (Ampal) e como vice-presidente da Confederação Nacional do Ministério Público (Conamp), Tavares diz sentir-se preparado para disputar o cargo maior do Poder Executivo em seu Estado. “Eu me sinto muito à vontade para governar o Estado de Alagoas.  (Pré-candidato ao Governo pelo PSDB)

O que falou Renan Filho

O deputado federal Renan Filho tem semanalmente lotado sua agenda de atividades e encontros com lideranças comunitárias e empresariais com o propósito de conversar e colher ideais  desses  setores para a construção de seu programa de governo a ser apresentado em breve aos alagoanos. Esta semana fez uma pausa para ir a Brasília ter encontro com a presidente Dilma Rousseff de quem recebeu todo o apoio à sua candidatura.   “O apoio da presidente Dilma e do ex-presidente Lula são fundamentais para que a gente possa dar substância ao nosso projeto de governar Alagoas. São exemplos de sucesso dessas políticas públicas a interiorização da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), a expansão do Ifal e dos programas sociais como Bolsa Família e programas para os pequenos agricultores, como o PAA, o Bolsa estiagem e Auxílio Seca. Portanto, o apoio da presidente Dilma é fundamental nessa pré-campanha. Além disso, temos um compromisso de fazer um governo preocupado com as áreas sociais, principalmente com aquelas onde se presta políticas públicas fins para a população, como educação e saúde. Portanto, o apoio do governo federal será imprescindível para que a gente possa garantir os recursos para estas ações”. ( Pré-candidato ao Governo pelo PMDB )


Vingança em prato quente

 A frase conhecida é “a vingança é um prato que se come frio”, mas pelo que ouvi e senti a coisa não vai ser bem assim com relação  àqueles que se refastelaram com as mordomias e as excelentes vantagens politicas (e outras) do governo Teotônio Vilela e no final da gestão pularam do barco . Sabe-se que em algumas das secretarias a coisa é tão escabrosa que o mínimo de fiscalização vai encontrar “na superfície” broncas das mais pesadas que se possa imaginar.  Fala-se até no interesse para que os órgãos de Controle Externo ( Ministério Público e Tribunal de Contas) façam uma varredura para que os novos gestores trabalhem com segurança. Uma coisa é certa: o passado poderá ferrar com muita gente .

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