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25 de Setembro de 2018

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Edição nº 771 / 2014

21/05/2014 - 21:49:00

Meio Ambiente

Reunião sobre a caatinga

Um encontro realizado durante toda a quarta-feira (13), no Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), na cidade de Salvador (BA), reuniu representantes do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Piauí e Minas Gerais para discutir a atualização das áreas prioritárias da caatinga.O coordenador de acordos e convênios, Afrânio Menezes, e o diretor de Unidades de Conservação do Instituto do Meio Ambiente (IMA), Alex Nazário, representaram o órgão e o estado na discussão. O evento teve por objetivo promover o envolvimento dos estados no processo de atualização das áreas prioritárias do bioma. Para isto foram feitos a complementação da avaliação dos impactos do processo definido em um encontro anterior, os ajustes da metodologia de atualização das áreas prioritárias da caatinga e a definição das estratégias para obtenção e disponibilização de dados dos estados e outros parceiros estratégicos utilizados para subsidiar o processo.

Oceano Antártico

Os ventos que varrem o Oceano Antártico são os mais fortes do último milênio, alimentados pelas mudanças climáticas e pelas taxas crescentes de dióxido de carbono na atmosfera, revelaram cientistas em um estudo publicado na revista “Nature Climate Change”. As rajadas, que aterrorizaram gerações de marinheiros, estão “mais fortes hoje do que nunca nos últimos mil anos”, explicam os pesquisadores em artigo da Universidade Nacional da Austrália. 


Aplicativo

Um aplicativo para smartphones pode se transformar no principal aliado do Brasil para reduzir as mortes de animais silvestres atropelados nas estradas, estimada em 450 milhões ao ano.O programa permite a qualquer pessoa que tenha um celular enviar a foto de um animal atropelado que, automaticamente, se somará a dados como o lugar (GPS), a data e a hora em que a imagem foi feita.

Terremotos silenciosos 

Uma equipe de sismólogos vai estudar os chamados “terremotos silenciosos” na fossa de Hikurangi, uma área de convergência de placas tectônicas que ficam em frente à ilha Norte da Nova Zelândia e que, acreditam os cientistas, seja capaz de gerar tremores de 9 graus de magnitude.


Aquecimento

A Agência Internacional de Energia (AIE) avalia em US$ 44 trilhões os investimentos necessários até 2050 para limitar o aquecimento climático e desenvolver energias limpas, indicou na segunda-feira (12) sua diretora-geral. A AIE, uma organização que representa os países importadores de petróleo, defende um desenvolvimento acelerado de energias renováveis e de outras tecnologias que reduzam as emissões de CO2.

‘Rãs dançarinas’ 

Um grupo de cientistas descobriu na Índia 14 novas espécies de um tipo de rã único no mundo, consideradas “relíquias viventes”, embora seu habitat esteja cada vez mais ameaçado. Esse anfíbio, conhecido como “rã dançarina” pelo movimento das patas traseiras dos machos durante o cortejo, só é encontrado em Western Ghats, uma cordilheira ao oeste da Índia em frente ao mar da Arábia, disse o cientista Sathyabhama Dás Biju.

Ursos polares 

No que diz respeito à alimentação saudável, os ursos polares quebram todas as regras. Eles comem sobretudo gordura, mas não têm doenças cardíacas da forma que nós, humanos, teríamos se seguíssemos a mesma dieta.Cientistas afirmaram que a razão está nos genes dos ursos, segundo artigo publicado no último dia 8 na revista “Cell”.


Recifes 

Os recifes de corais são tão bons quanto barreiras de concreto para proteger cidades costeiras tropicais diante da elevação do nível dos mares, além de bem mais baratos, afirmam cientistas em um estudo publicado esta semana na revista “Nature Communications”.Ao invés de comprometer bilhões de dólares na construção de quebra-mares e paredões, muitas cidades tropicais deveriam pensar em conservar ou restaurar seus recifes de corais.


Energia elétrica 

Um projeto americano que tem o objetivo de levar eletricidade para 50 milhões de africanos foi aprovado na quinta-feira (8) pela Câmara de Representantes dos Estados Unidos, que espera torná-lo a próxima grande iniciativa do país no continente. O projeto segue agora para avaliação no Senado.Pesquisa em animaisMais de 70 instituições da área médica com atuação na Grã-Bretanha, incluindo grandes empresas farmacêuticas como Pfizer, GlaxoSmithKline e AstraZeneca, assinaram um compromisso para serem mais abertas sobre o uso de animais em experimentos científicos.

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