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15 de Novembro de 2018

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Edição nº 771 / 2014

21/05/2014 - 21:45:00

S.O.S Alagoas

Cunha Pinto

Quem aposta?Quais as chances que Benedito de Lira (PP) e Renan Filho (PMDB) têm de polarizar a campanha para o governo? E o PSDB de Teotônio Vilela lançará Eduardo Tavares às feras? 

Do Planalto

A Revista Isto

É (7 de maio) dá conta de que a reeleição de Fernando Collor na chapa de Renan Filho “é decisão da presidenta Dilma Roussef”.  Mas perguntar não ofende: o PMDB e PT se coligam em Alagoas?  


Pergunta da rua

Petistas alagoanos não escondem as  chances de apoiarem  Renan Filho ao governo do Estado. Dão como motivo não só a proposta de Dilma, mas também a afinidade do pai (presidente do Senado)  com o Planalto.      

Prazo corrido

Até fins de junho o eleitor fica na dele.  Espera, óbvio, pelas decisões a serem tomadas nas convenções. É do sistema político que acertos de hoje podem perder a validade amanhã. Ou tem quem ache que não?


Nomes na rua

Nomes para cabeças de chapas definidos  por enquanto só para a eleição presidencial.  Após os três  anunciados (Dilma, Aécio e Campos) fica difícil apostar que apareça uma quarta opção. Opinião é de líderes de partidos.  


Ponto no trabalho

A mais eficiente confirmação de frequência do servidor no trabalho é o ponto diário, eletrônico principalmente.  Comentário ouvido em conversa de líderes sindicais  falando sobre protegidos no serviço público.


Alheamento

Quem se propõe a ser candidato em outubro exibe uma  confiança  que em alguns  casos é um “exagero” de otimismo.  A observação é de cabos eleitorais, personagens das eleições com muitas histórias para contar sobre as campanhas. 

Jogo de búzios

Judson Cabral (PT) não fala em outra coisa: a reeleição, rumo a seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa. Mas não surpreenderá no caso de ser sondado a compor em uma chapa majoritária.   


Prevenção

O ministro Aldo Rebelo (Esportes) toma precauções na organização da Copa do Mundo. Designou  três assessores    para acompanhar custos e liberar verbas solicitadas de última hora.


Costume de casa...

O cidadão, em época de chuvas, reclama de tudo. Desde  bueiros entupidos a lama, água empoçada e lixo amontoado  nas ruas. Mas uma pergunta: quem são os  causadores desses males? 


Economia

O feriadão da Semana Santa provocou impacto negativo. No varejo as vendas alcançaram  R$ 3,07 bilhões,  segundo dados  divulgados pela Confederação Nacional do Comércio. Em Alagoas, as informações são de que o movimento seguiu a média nacional, ou seja, caiu.  

Sem atrativo

No mercado automobilístico as promoções não atraem compradores. Razão: os  equipamento de segurança obrigatórios, air bag por exemplo, elevaram preços e em paralelo há o temor de novos reajustes nos combustíveis.  

Festa junina

Junho coincide com dois eventos importantes: as festas juninas e Copa do Mundo de Futebol, ambos  populares e de grande entretenimento. Assim, no Nordeste, a bola vai rolar no ritmo do forró. A observação é de Eduardo Oliveira, organizador de um arraial. 


Eleições

Tucanos alagoanos estão otimistas de que se manterão nos Martírios, que ocupam há oito anos. Na confiança estendem figa pró derrota de Dilma para o mineiro Aécio Neves. Eduardo Campos não foi citado. 


Transtorno

Protestos nas ruas e rodovias são habituais nesta época de pré-eleições. O objetivo, não adianta querer esconder, é só tumultuar. E até hoje quais deles deram resultados positivos? Pergunta é de Carlos Manoel, eleitor tucano.

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