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20 de Setembro de 2018

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Edição nº 771 / 2014

20/05/2014 - 18:51:00

JORGE OLIVEIRA

Barbosa nas mãos do Lula

Portugal, Cascais - A vida de Joaquim Barbosa, presidente do STF, está nas mãos do ex-presidente Lula e da Dilma. O dois precisam acalmar os terroristas do PT para impedir que Barbosa sofra um atentado por ter exercido com coragem cívica o papel de magistrado no jul-gamento dos mensaleiros. Ao não reprovar publicamente as manifestações dos petistas pela rede social contra a vida de Joaquim Barbosa, Lula deixa que os nazistas da sua organização atentem contra a  soberania de um dos poderes da República, o Judiciário. Os brasileiros não podem deixar que esses aleijados mentais fiquem impunes, trabalhando à sombra do poder que faz vista grossa para essa truculência contra a democracia, típica dos regimes ditatoriais. 

A Gestapo petista, integrada por esses canalhas a serviço do mau, já foi identificada pela Polícia Federal. Sérvolo de Oliveira e Silva, membro da Comissão de Ética do PT no Rio Grande do Norte, é um desses calhordas que vem aterrorizando a vida do ministro e de seus famili-ares, com  acusações falsas e mentirosas no Facebook. Para piorar ainda emitiu na rede social conceitos racistas e ameaçou de morte o presidente da Corte. Veja o que  o energúmeno postou na rede social: “Joaquim Barbosa deve ser morto. Ponto Final. Estou ameaçando um monstro que é uma ameaça ao meu país.

Barbosa é um monstro e como monstro deve ser tratado”. É assim que os petistas vêm agindo desde que a Dilma começou a cair nas pesquisas e a sua reeleição já não é tão certa como muitos deles imaginavam. Ameaçados de perder as benesses do governo que encheu a máquina estatal com milhares desses incompetentes e desqualificados, os militantes não se conformam  com  o provável fim da era Lula e partem para o ataque como faziam os nazistas, ameaçando de execução aqueles que não comungam com seus pensamentos preconceituosos, retrógrados e irracionais. 

O mais grave de tudo isso é o silêncio do ex-presidente Lula, que assiste a esses atentados contra a demo-cracia como uma coisa natural, compatível com o que pensam seus trogloditas que acham que a democracia no Brasil foi conquistada apenas pelo seu líder nos movimentos sindicais do ABC. É esta democracia que está em perigo quando um membro destacado do partido ameaça publicamente matar o presidente do STF e conclama seus asseclas para por em prática suas ideias fascistas.  Aliás, não é a primeira vez que Joaquim Barbosa é coagido. Não faz muito tempo, ele foi atacado covardemente por militantes petistas em Brasília quando deixava um restaurante. Ninguém do PT se pronunciou sobre as agressões sofridas por ele.

Consentimento

Ora, se o PT assiste à distância tão vergonhosa manifestação, entende-se que apoia esse tipo de agressão. Se não se pronuncia contra esses gestos truculentos de seus militantes é porque consente. E ao se omitir entusiasma esses bandoleiros a investir contra as autoridades constituídas do país que cumpriram tão bem sua missão de julgar com imparcialidade os mensaleiros que saquearam os cofres do país.


Seleção

É assim que o PT vem operando. Assalta os cofres públicos nas madrugadas e se preparara para atacar de dia as pessoas que contrariam seus interesses nem sempre bem intencionados. Pela rede social, cria centenas de blogueiros, pagos com dinheiro público, para incentivar esse tipo de baderna que só confronta o estado de direito. A coisa está tão feia que o PT conseguiu o que seria até então inimaginável: fazer os brasileiros torcerem contra a Seleção Brasileira de Futebol. Prepare-se para o pior: o Brasil de 2015, se o PT perder as eleições, vai arder em chamas. 


Encalhou

Ainda é muito cedo para previsões precipitadas sobre os favoritos às eleições deste ano. As pesquisas mostram, no entanto, três realidades que podem se confirmar ao longo do tempo: a Dilma já não é mais a favorita, o Aécio recarrega as baterias e avança e Eduardo Campos parou, principalmente depois que botou no ar um programa medíocre, medroso  e acanhado para não falar no formato insosso e sem criatividade.Campos insiste em um erro que pode levá-lo a uma grande frustração, o de que Marina Silva é uma grande cabo eleitoral como vice de sua chapa. As circunstâncias dessa eleição são diferentes da de 2010, quando ela foi franco-atiradora e a terceira via entre Dilma e José Serra. Nenhuma eleição se repete.

Ilusão

Marina entrou para o PSB como estrela, levando na bagagem os ilusórios 20 milhões de votos de quatro anos atrás e a decepção de não ter conseguido implantar um partido para sair candidata a presidente. Logo se viu nos primeiros momentos das alianças políticas que Marina tinha uma visão estreita do que é uma campanha presidencial, quando a composição partidária é fundamental para aumentar o tempo de televisão. Seus palpites paroquiais podem deixar Eduardo Campos com espaço curto na TV e levá-lo ao papel de coadjuvante nas eleições.

Alianças

No momento atual, Dilma ainda é a campeã de tempo na televisão. A julgar pelas alianças, ela terá entre 10 e 15 minutos de TV à tarde e à noite. Vai ocupar muito mais espaço do que os outros candidatos nos comerciais, arma poderosa do marketing eleitoral pelo formato publicitário e a grande audiência, já que o eleitor desinteressado não tem tempo hábil para mudar de canal durante a exibição dessas peças.Eduardo Campos está patinando nas alianças. Esquece que o grande palanque eleitoral de uma campanha hoje no país passa inevitavelmente pela comunicação eletrônica: TV, Rádio e a Rede Social. Pode-se afirmar sem medo de errar que a televisão é o principal instrumento do candidato depois das restrições do TSE às várias formas de promoção de campanha. 

Qualidade

Eduardo Campos foi infeliz no seu programa de televisão. Preocupou-se demais em mostrar Marina Silva e quando a exibiu na TV foi em um formato feio em preto e branco, malajambrado, de qualidade duvidosa. A excessiva preocupação em mostrar Marina como aliada impediu o candidato de apresentar propostas do seu partido e uma plataforma convincente de candidato. O resultado foi um programa apagado, visualmente feio, e sem estratégia.


Competitivo

O momento não teria sido melhor para ele para crescer nas pesquisas. A Dilma continuava caindo e a sua rejeição extrapolava todos os índices de um candidato à reeleição. Evidentemente que havia o espaço da terceira via, para ele se aproximar dos outros dois candidatos com chances de ser competitivo. Mesmo exagerando na aparição de Marina Silva, a candidatura de Eduardo Campos encalhou. Ele está perdendo a identidade e se despersonalizando quando aposta todas as fichas na sua companheira de chapa. Esquece, portanto, a máxima de que “vice não é votado” e dificilmente transfere votos. Se não atrapalhar, como ocorreu em outras eleições, já é um grande negócio.


Crescimento

O Aécio se soltou mais, deixou os corredores do Senado para visitar estados e virar notícia por onde passa, papel importante para quem ainda não dispõe dos mesmos espaços da Dilma na mídia.  O programa de TV surtiu o efeito esperado e o candidato subiu preciosos pontos que assustaram a candidata do PT. Agora, é esperar os programas políticos oficiais para se ter uma ideia do comportamento dos candidatos diante da telinha – que faz milagres.

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