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21 de Setembro de 2018

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Edição nº 768 / 2014

29/04/2014 - 09:58:00

S.O.S Alagoas

Cunha Pinto

Belo Antônio!

Já estão chamando o mais novo empreendimento comercial de Maceió de Belo Antônio: é grande bonito e inútil. Porém, acrescente-se o fato de que tem causado prejuízos aos usuários de seu estacionamento. É que os mal acabados protetores de alvenaria  de seus postes têm rasgado constantemente os pneus dos automóveis ali estacionados. Pior, sem que haja indenizações aos prejudicados.

Mais segurança

É obrigatório em Brasília, desde 28 de março, motorista de ônibus parar fora do ponto após as 22 horas para mulher desembarcar. Proposta da portaria é “dar maior segurança a elas em horário de movimento mais fraco nas ruas”. Motorista desobediente é multado. Entre as maceioenses a ideia é ótima para a cidade.


Assédio  

“Assédio Sexual no ônibus é crime.” Frase compõe campanha lançada recente também  no Distrito Federal.  É proposta para conscientizar a sociedade e encorajar mulheres usuárias dos coletivos e vítimas de abuso a denunciarem agressores. 


De caminhoneiro

De caminhoneiro: “No Amazonas índio não quer mais apito. Ele quer dinheiro e para consegui-lo tenta cobrar de motorista branco pedágio em valores de extorsão.” Frase  tem a ver com episódios recentes na região, denunciados pela imprensa, ocorridos na época das chuvas.

 
Gasoduto 

A construção do gasoduto entre Penedo-Arapiraca e a duplicação da rodovia no trecho Pilar/ Marechal Deodoro, orçados em R$ 52 milhões, já conta com R$ 40,8 milhões de um financiamento aprovado pelo Banco do Nordeste. Os R$ 11 milhões restantes para as obras vão ser investimentos do  Estado.

 
Gás natural

O Estado já disponibiliza recursos para sequenciar a interiorização do gás natural. Do orçamento na ordem de R$ 52 milhões, R$ 40,8 serão financiados pelo Banco do Nordeste, inclusive de proposta já aprovada, e  R$ 11 milhões são de recursos próprios da Algás. O contrato também já está assinado.

Quem responde?

Pelo silêncio, a decisão que coloca Eduardo Tavares como candidato do PSDB à sucessão no governo de Alagoas recebeu unanimidade dos tucanos e de partidos aliados. Agora expectativa é adivinhar de qual partido sairá o vice.  Será do DEM de Thomas Nonô?   


Da tensão

Qual o destino  a ser tomado  por Luís Otávio Gomes? Planeja tentar mandato para o Legislativo federal, estadual, ser vice da chapa tucana, se limita ao apoio de bastidores ou retorna em tempo integral aos afazeres da área empresarial?

  
E o vice? 

O calendário avança e muito pouco é comentado sobre os passos propostos pelos partidos às eleições majortárias. É questão silenciosa principalmente na Assembleia Legislativa, quesito reeleição. Alguns avalisam candidatura a Câmara Federal. 


“Tudo é possível”

Frase solta recente na mídia pelo presidente do diretório estadual do PSDB, Pedro Vilela, que se encaixa bem no suspense dos preparativos tucano para às eleições de outubro. Momento à “flor da pele” é natural diante do tempo correndo para tomada de posições.

Ponto de vista

Como o uso da força não elimina o mercado das drogas por que não liberar o comércio? O questionamento tem merecido discussões devido os custos de campanhas educativas,  estatísticas de policiais mortos  e uma repressão sem resultado positivo. É apenas mais uma torneira por onde escorre impostos pagos com sacrifício pelo cidadão.

Educação

“A educação em  Alagoas parou  no tempo”. O comentário de professores tem como sustentação ausência de projetos necessitados para o setor em todos os sentidos, em especial propostas de escolas de nível médio profissionalizantes. Nas cidades do interior, em especial. 

Discórdia

Aposentados da Câmara Municipal de Maceió estão confiantes de no fim deste mês o  contra-cheque ser liberado com o reajuste retroativo a janeiro, conforme constou do projeto aprovado pelos vereadores e sancionado pelo prefeito Rui Palmeira. A dúvida é se será respeitado o efeito retroativo à janeiro.    

Imundície

Rui Palmeira (PSDB) tem aprovação pelas obras voltadas para minimizar pro-blemas  em Maceió. Mas na limpeza pública persiste nas áreas nobres o hábito de moradores jogarem lixo doméstico na rua. Da ignorância consta até atirar entulhos domésticos pela janela de veículo em movimento. 

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