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20 de Setembro de 2018

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Edição nº 766 / 2014

15/04/2014 - 09:29:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Seu bolso

A chamada Taxa Selic (entre bancos) influencia decisivamente no seu bolso. Quando ela aumenta, as que se direcionam ao consumidor, sobe mais ainda. Atualmente se encontra em 11% ao ano, mas para o nosso bolso é de 15%, quando utilizamos o cartão de crédito parcelado ou o cheque especial. Assim, evite esses dois mecanismos de crédito, que levam qualquer um ao “fundo do poço”. Aumenta também os juros do crédito direto ao consumidor, do crédito consignado e demais operações financeiras. O governo continua fazendo de tudo para a inflação não explodir, levando o País a bancarrota, como já aconteceu várias vezes antes do Plano Real. Com os juros altos, os investidores estrangeiros, aproveitam, mas os consumidores locais, vão se endividando, até não conseguir mais pagar o que devem. A indústria local vai reduzindo a produção, demite empregados e o País entra em recessão. Acompanhe os noticiários de economia e veja que nada é fácil. O governo controla tudo. Veja que não existe mais facilidade de comprar sem IPI (Imposto sobre produtos Industrializados) para eletrodomésticos e carros. Isso reduzia a arrecadação de impostos e envidividava mais ainda o consumidor. 

Mudança

Mude seus hábitos de consumo. Estamos em ano de eleição presidencial e com isso, a gastança desenfreada. O governo se endivida e que paga a conta é o consumidor. Procure comprar somente o estritamente necessário e pesquise muito os preços, conprando apenas o que estiver mais barato. 


Pague em dia 

Pague suas despesas fixas, rigorosamente em dia mensalmente, Se não cumprir esse prazo, terá que pagar juros e multas, que são exageradamente altos. Evite isso, jamais deixe de pagar suas contas de luz, água, telefone, aluguel ou prestação da casa própria, condomínio, mensalidade escolar, plano de saúde, etc. As do dia-a-dia, podem ser cortadas, ou seja, o consumo reduzido. Sua reservaSepare pelo menos, 10% de sua renda para a caderneta de poupaça, que é uma reserva financeira, capaz de garantir qualquer emergência, sem precisar recorrer a bancos, financeiras ou agiotas. Ela renda a inflação e mais 6% de juros ao ano. Parece pouco, mas não é. Tem a garantia de rendimentos mensais e pode ser sacada a qualquer dia. 


Sem impulso

Não compre por impulso, achando que pode pagar, quando na verdade, não pode. Pesquise, pechinche e só compre è vista. As promoções no comércio são constantes. Vá visitando todas as lojas e só se decida, quando tiver certeza de que fez alguma economia, comprando à vista e com desconto especial. 


Orçamento

O consumidor deve possuir um orçamento anual, como se fosse pessoas jurídica (empresa), com receita e despesa. Ir anotando tudo que ganhou e que vai gastando, para no final do ano, constatar se ganhou ou perdeu.No primeiro caso, se manteve a sua caderneta de poupança funcionando mensalmente e no segundo, se extrapolou nos gastos. 


Suas compras

Ao se dirigir ao supermercado, leve uma lista de compras e só compre mesmo o que estiver anotado. Nada de se influenciar com promoções, se a mercadoria não estiver anotada. Vá sem pressa. E mais importante: o mais disciplinado. Não leve crianças. Elas podem querer extrapolar as compras e se você não aceitar, 

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