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26 de Setembro de 2018

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Edição nº 762 / 2014

19/03/2014 - 09:42:00

Meio Ambiente

Barco-escola e Herbário MAC 
Desde o dia 1º de março, o barco-escola do Instituto do Meio Ambiente (IMA) passa por manutenção. O processo de restauração do barco deve durar o mês inteiro, e as atividades só voltarão ao normal em abril.  O Herbário MAC, destinado à pesquisa e catalogação de espécies da flora local para fins de estudos científicos, também vai fechar e reabre no dia 17 de março. O barco-escola tem capacidade para 50 alunos e é um projeto de educação ambiental desenvolvido pelo IMA desde 2010. Ao longo desses quatro anos, crianças, adolescentes e adultos de diversas instituições (escolas, centros assistenciais) e da sociedade em geral puderam embarcar nas viagens realizadas pelo Complexo Estuarino-Lagunar Mundaú-Manguaba.

Estudo de Impactos Ambientais

A equipe da Diretoria de Licenciamento (Dilic), com apoio da assessoria jurídica, do Instituto do Meio Ambiente (IMA) esteve reunida no final de fevereiro para dar continuidade às discussões e análises do Estudo e do Relatório de Impacto Ambiental (Eia/Rima) para construção de quatro empreendimentos, no município de Satuba. O trabalho faz parte dos estudos técnicos que podem dar origem à Licença Prévia para construção de cerca de cinco mil casas.

Conduta Consciente

A importância de preservar e conservar a flora e a fauna aquática. Este foi o tema central da primeira etapa do curso de Conduta Consciente em Ambientes Recifais realizado por uma equipe de biólogos do Instituto do Meio Ambiente (IMA), em Paripueira.  Vinte e duas pessoas, entre elas mergulhadores, fotógrafos, marinheiros e comerciantes participaram do curso, que ainda deverá ter mais duas etapas. Neste primeiro momento, os biólogos falaram sobre a definição e características dos ambientes recifais, bem como a importância da relação do ambiente com o manguezal e a biodiversidade, além de explicar o que deve ser feito para a realização, de fato, de uma conduta consciente.

Elefantes

Estudo publicado na segunda-feira (10) na revista da Academia Nacional de Ciências, a PNAS) aponta que os elefantes são capazes de reconhecer a voz de humanos quando esses representam perigo, uma descoberta que sugere sua capacidade de distinguir grupos étnicos, sexo e faixa etária de seus predadores.A investigação, feita no Parque Nacional de Amboseli, no Quênia, mostra que os pesquisadores tocaram para os elefantes gravações de vozes de tribos da região: os Massai, criadores de vacas e cabras que competem com os elefantes pelo acesso à água e pasto, e os Kamba, agricultores que representam uma ameaça muito menor.


Tartaruga da Amazônia

Um levantamento do Instituto de Meio Ambiente (Ibama) no Amapá constatou que a espécie tartaruga da Amazônia (Podocnemis expansa) pode desaparecer do Rio Cassiporé, em Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá. O estudo, realizado em 2013, catalogou apenas cinco pares (macho e fêmea) de tartarugas. O número está muito abaixo do ideal para a sobrevivência estável do ciclo da cadeia reprodutiva, que seria de 200 pares do animal.

Eras glaciais

Uma equipe internacional de pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália encontrou evidências de que o vapor e o calor dos vulcões e rochas aquecidas permitiram que muitas plantas e animais sobrevivessem a eras glaciais. Tais informações têm ajudado cientistas a entender como algumas espécies respondem às mudanças climáticas. A pesquisa poderia resolver um mistério antigo sobre como determinados exemplares de plantas evoluíram nas últimas eras do gelo, que encobriram de geleiras partes do planeta.

Minissuéteres 

Grupos de ambientalistas na Austrália, Tasmânia e Nova Zelândia pedem a voluntários do mundo todo que tricotem e enviem minissuéteres para salvar pinguins que foram vítimas de vazamentos de petróleo.O Penguin Jumper Program (Programa de Suéteres para Pinguins, em tradução livre) é mantido pela organização australiana Penguin Foundation e teve início em 2001 quando um grande vazamento de petróleo afetou 438 pinguins azuis.


Ar poluído 

População urbana em forte crescimento, rápido desenvolvimento das atividades industriais são os ingredientes para aumento da poluição na África, que poderá representar até 55% das emissões de todo o planeta até 2030, revelou um estudo publicado na terça-feira (11) revista especializada “Environmental Research Letters”.A poluição vinda da África representa atualmente entre 5% e 20% do total mundial. A pesquisa levou em conta partículas como fuligem ou gases como carbono orgânico, dióxido de enxofre, dióxido de nitrogênio, monóxido de carbono e hidrocarbonetos não-metânicos.

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