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24 de Setembro de 2018

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Edição nº 760 / 2014

05/03/2014 - 10:44:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Fuja dos juros!

Disciplina financeira, é a palavra de ordem a partir de março, logo após o Carnaval, quando na realidade o brasileiro, deve se direcionar para a “economia de guerra”, esquecendo as despesas supérfluas e mais especificamente os juros cobrados por bancos e financeiras nos empréstimos de longo prazo, tanto os chamados consignados (descontados em folha) como os pagos por carnê. As taxas são extravagantes, as mais altas do mundo. Evite isso e procure poupar, para formar uma reserva financeira, destinada a qualquer emergência ou realizar um sonho de consumo. Lembre sempre que o aumento da taxa de juros que o governo anuncia a cada mês, através do Copom (Comitêde Política Monetária) do Banco Central, se refere especificamente a Selic, que é entre bancos. Ela se encontra em 10.5% ao ano. Só que, para o consumidor que usa cheque especial e cartão de crédito parcelado, ultrapassa esse porcentual mensalmente. Isso é uma “bola de neve”, que cresce a cada mês, notadamente para quem não paga o valor total usado no cheque ou quem amortiza o valor do cartão, pagando o mínimo. A dívida vai crescendo e se tornando impagável, com o crédito cortado (o nome indo parar o SPC)  e as cobranças constantes dos credores. 

Custo de vida

É o mesmo que inflação. É notório o aumento de preços e serviços, logo depois que o governo anunciou o novo salário mínimo, antes mesmo do trabalhador, pensionista ou aposentado, receber. Tudo foi reajustado, com esse desculpa.No setor de alimentos, os reajustes pesam no bolso do consumidor, assim como com material de limpeza e higiene. Aumentou também mensalidade escolar, plano de saúde, combustíveis, atingindo não somente a classe média, mas a pobre, principalmente, já que um aumento de um produto, puxa outros. 

Pesquisando

Para conviver com essa subida dos preços, vá pesquisando, já que vivemos numa economia altamente competitiva, onde os preços variam muito de um local para outro. Vá às compras sem pressa e não se iluda com promoções, pois elas existem constantemente. Também não é necessário fazer estoque de produtos, principalmente os alimentícios. Esses sobem e descem, conforme os fatores climáticos (seca e chuvas) e ainda os insumos básicos, principalmente os que dependem de importados, que dependem do dólar, que vale mais que o dobro do real.

 
Na feira livre

Uma boa maneira de economizar com alimentos, é frequentar uma feira livre, onde pode pesquisar, pechinchar e conseguir bom desconto, já que vai tratar exclusivamente com o dono da barraca, algumas vezes, até mesmo o próprio produtor do alimento que você vai consumir. Melhor ainda se for comprovamente sem utilização de agrotóxico no plantio do mesmo. Existe essa chance a cada sexta-feira no Mercado de Jaraguá, onde se realiza a Feira Ecológica.


Os serviços

Já se foram os tempos de energia farta e barata. È um tipo de serviço que pode muito bem ser economizado e sentir os efeitos quando receber a conta de luz. Basta apenas se disciplinar, utilizando economicamente correto seus eletrodomésticos. Os que mais consomem energia sao pela ordem: chuveiro elétrico, ferro de engomar, ar condicionado, máquina de lavar pratos e roupas. Saiba utilizar com disciplina. O mesmo serve para a água, outro muito essencial no dia a dia, mas sem exagero. Jamais deixe uma torneira aberta por muito tempo, principalmente quando está quebrada (vazando), providenciando de imediato o conserto. 


Na outra ponta

Não é só o serviço que você utiliza em casa, que deve ser economizado, mas o que vai precisar de conserto, através de técnicos especializados, a exemplo de encanadores, eletricistas, marceneiros, etc. Esses profissionais aumentam os preços de acordo com “a cara do cliente”. Pechinche muito antes de contratar algum, acerte o preço e só pague, quando o serviço for concluído, testado e que seja do seu agrado. 

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