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19 de Novembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 756 / 2014

29/01/2014 - 08:04:00

Sururu

Violência desenfreada

Da Redação

O Brasil passa uma onda de violência urbana com índices extremados de homicídios e, como para fatos não existem argumentos, merece atenção uma pergunta aos políticos, em especial os com mandato em Brasília: Quais estão sendo as propostas, Planalto em especial, capazes, senão de minimizar o quadro, mas ao menos oferecer ao cidadão confiança de haver um mínimo de segurança pública para viver sem  temor de vir a ser a próxima vítima?  Também quem hoje, de sã consciencia, acha que o Brasil tem jeito e credita confiança nos políticos que aí estão (sem exceção) no poder?  Não basta só botar polícia na rua. É essencial no combate a criminalidade que o governo ofereça a população, além da segurança, também educação, saúde e opção de trabalho. Do jeito que vai, de corrupção desenfreada na vida pública, e identifica o Brasil hoje como terra sem lei, é saudável lembrar frase atribuida aos Três Macacos: “Não” vi, não ouço, não falo.” Aliás, como está, é saudável um muda Brasil nas urnas em outubro. 

Coligações

A previsão para outubro levanta dúvida sobre se haverá nas urnas a insis-tente  polarização do PT com o PSDB. A dúvida, transportando tendência de condução para o otimismo, tem a ver com a “chapa montada por Eduardo Campos e Marina Silva.


Bom aluno

Rui Palmeira, apesar do pouco tempo como prefeito de Maceió, já permite o maceioense identificar nele um estilo de administrar à Teotonio Vilela. Isso no relacionamento com os parlamentares e também não dá ouvidos as conversas com tempero de crítica a sua administração. Mas ele, até o momento, vem alcançando bons índices de aprovação na população.


Afastamento

A decisão do prefeito Marcelo Beltrão, divulgada  quinta-feira-23 na Gazeta de Alalgoas, de que vai se afastar da presidência da AMA (Associação dos Municípios Alagoanos) pode até ser, como declarou, para se dedicar mais a administração de Coruripe. Mas não deixa escapar o cheiro de a decisão ter a  ver com o ano de eleições.


Sem mudança

Na Assembleia Legislativa conversas aparecem, mas  o disse-me-disse ainda não é levado em conta. Apenas “espalha brasa” pauta desistentes de uma candidatura a reeleição, mas ignora nomes.


A desejar

As obras da prefeitura de Maceió, de recuperação da pavimentação asfáltica na orla  da Pajuçara e na Mário de Gusmão, na Ponta Verde, mereceram elogios. Já nas ruas da Ponta da Terra, bairro de população com menor poder aquisitivo,  o tramento deixou a impressão de ter sido um serviço tipo remendo. 

Roubo no Francês

É uma vergonha! Diria Boris Cazoy em saber que em Maceió, na praia do Francês, os bares estão cobrando a bagatela de R$ 8 reais em uma cerveja. Como se não bastasse, o cliente tem que pagar pela mesa e as cadeiras mais R$ 15 reais. (sem música ao vivo). Ou seja, para  sentar e tomar uma cervejinha nos bares da praia do Francês já começa pagando R$ 23 reais. Outro agravante: se o cliente não pedir tiragosto, sua mesa será retirada do local, e a cerveja colocada em copos plásticos. É espantar de vez os turistas e a população local. Seria bom que o Procon ou as autoridades  responsáveis dessem uma passadinha por lá.

Procurados

Dados divulgados recentes revelam que o número de brasileiros procurados mundo afora pela Interpol cresce em média 20% ao ano. Da relação divulgada mais recente consta como novidade da relação nome de Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil e, mais antigo, Paulo Maluf.


Exagero

No Senado tramita a suspeita de haver exagero da presidência na divulgação dos cortes nos orçamento. Pela análise que fazem sustentam a tese de que a divulgação “foi apenas de valores efetivamente pagos e Ignorada a rubrica dos empenhados para este ano.”


Definições

No Partido dos Trabalhadores em Alagoas foi divulgado, por enquanto, somente o nome de Paulão como pré-candidato a deputado estadual. Outros devem aparecer, mas a expectativa é também quanto o rumo a ser tomado por Judson Cabral.


No silêncio 

Persiste nos Martírios ausência de novidades sobre o movimento do PSDB visando as eleições de outubro. Não é sabedor se o silêncio é parte de alguma estratégia ou desânimo dos tucanos para enfrentar o futuro.

Quem larga o osso

Nas prefeituras, em Alagoas, conta nos dedos prefeitos com pretensões de se candidatar para cadeiras  na Assembleia e na Câmara Federal. A dúvida, conforme expressam conversas entre assessores, é até entre quem está no cargo em segundo mandato.


Briga de grandes

O corte pela Assembleia Legislativa no orçamento do Ministério Público para 2013 deixa uma dúvida: é só coincidência ou tem troco à pegada forte dos promotores investigando a mesa diretora  da Casa Tavares Bastos?  Na boca do povo não falta conversa montada em suspense.  


Pré-sal

As reservas provadas pela Petrobrás no pré-sal em 2013 cresceram 43% comparadas ao ano de 2012.  A companhia relata que desde 2007 mais de 1\4 das reservas são  provenientes do pré-sal e a perfuração de 42 poços associada ao desempenho das plataformas das Bacias de Campos e Santos permitiram um crescimento de 43%.


Impróprio

O  prédio da Câmara Municipal de Maceió, na Praça Deodoro, não oferece mais espaço físico e nem conforto para vereadores, funcionários, visitantes e receber visitantes. O incomodo se estende para a rua, com o meio-fio das calçadas usado como área de estacionamento pelos vereadores.


Opinião

“É um processo importante políticos e perso-nalidades irem para a cadeia, mas ainda há muito por fazer”. Afirmação é de Mário Vinicius Spinelli (Controlador-geral de São Paulo ) em entrevista a Istoé em dezembro. Ele defende que os empresários  se engajem no que define “luta contra a corrupção”. 


Voto aberto

1 – O ano de 2014, eleitoral, determina na Câmara e no Senado o voto aberto para expurgar do mandato senador e deputado acusados por crime de corrupção ou outras derrapagens indecentes. Nem presidente da República escapa da nova medida.
2 -  A questão, contudo, não chama atenção para ser adotada nos legislativos estaduais. Isso fase a época ser eleitoral e os parlamentares estaduais, candidatos a reeleição, não vão querer “procurar sarna para se coçar.”

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